28 | JUN . 2022

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Setor do tabaco representado no ENAI 2022

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, participa, nos dias 29 e 30 de junho, do Encontro Nacional da Indústria, o ENAI 2022. Schünke integra a comissão de diretores da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) que participam do evento realizado anualmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A programação inicia no dia 29 de junho, com o evento Diálogo da Indústria com os Pré-Candidatos à Presidência da República, um encontro entre os presidenciáveis e os dirigentes do setor industrial, quando a CNI apresentará aos presidenciáveis as propostas da indústria para as eleições 2022. Os pré-candidatos terão a oportunidade de debater os estudos elaborados pela CNI e apresentar medidas que adotarão em seus governos para aumentar a produtividade das empresas e estimular o crescimento sustentado da economia brasileira. “Temos sempre uma grande expectativa em relação ao ENAI, especialmente em um ano eleitoral. Será um momento de reflexão sobre os rumos que queremos para o País e qual plano de governo pode promover políticas que desamarrem a indústria de uma série de entraves burocráticos e que resolvam questões tributárias que se arrastam há muitos anos, dificultando a competitividade de alguns setores, como é o caso do tabaco”, avalia Schünke. Já no dia 30 de junho serão realizados debates sobre temas que impactam a indústria, tais como: Inovação e Indústria 4.0, Economia de Baixo Carbono, Reformulação das Cadeias globais de valor e integração internacional, A volta da Política Industrial, Educação: juventude e empregabilidade e Capitalismo de stakeholders e ESG. INDÚSTRIA DO TABACO – O Brasil é hoje o segundo maior produtor de tabaco do mundo e o maior exportador já há 29 anos, respondendo por 21% dos negócios no mundo. A indústria de tabaco do Sul do Brasil está entre as mais sofisticadas do gênero, utilizando modernos conceitos de produção e equipamentos de industrialização de última geração. Os municípios de Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, concentram o maior número de empresas, constituindo o maior complexo de processamento de tabaco do mundo. Em Santa Catarina e no Paraná, as indústrias de beneficiamento e industrialização de tabaco estão localizadas nas cidades de Rio Negro (PR) e Araranguá (SC). A renda gerada a partir da indústria é decisiva nos municípios em que atua por proporcionar, além dos 40 mil postos diretos em suas unidades industriais, diversos empregos indiretos, além da receita gerada aos 138 mil produtores integrados (R6,6 bilhões na safra 2020/21), de impostos arrecadados (R$ 14,2 bilhões anualmente) e divisas (US$ 1,4 bilhão em 2021).  Saiba mais: www.sinditabaco.com.br Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

23 | JUN . 2022

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Cerro Branco sedia primeiro seminário do 12º Ciclo de Conscientização

Junho 2022 – Promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o 12º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente iniciou sua programação no município gaúcho de Cerro Branco. Cerca de 300 pessoas, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares e autoridades participaram do evento. O presidente SindiTabaco, Iro Schünke, falou aos presentes sobre a importância dos temas. “Nosso objetivo é ajudar a encorpar as orientações que já são repassadas aos produtores por meio da assistência técnica. A saúde e segurança do produtor e a proteção da criança e do adolescente são temas importantes em qualquer cadeia produtiva e, no caso do tabaco, têm relevância também para o negócio. Clientes têm exigido, cada vez mais, a adequação de todos os processos aos princípios do ESG – social, ambiental e governança – e, por esse motivo, ao observar as orientações, o produtor não cuida apenas da família e da sua própria saúde, mas também do seu negócio”, comentou Schünke. “Defender a cadeia produtiva também é o objetivo do SindiTabaco que amanhã completa 75 anos de atividades e de um trabalho incansável em torno da sustentabilidade do setor do tabaco. E mesmo diante dos desafios que enfrentamos, especialmente ao longo dos últimos anos, é preciso reforçar a lógica do mercado: enquanto houver demanda, alguém vai produzir. Nesse sentido, precisamos estar atentos às exigências do mercado externo, uma vez que 85% da produção é exportada”, completou o executivo. Adalberto Huve, gerente de Assuntos Ambientais da Afubra e coordenador do projeto Verde é Vida, falou sobre a importância da orientação e do engajamento dos produtores. “O setor cresceu, se desenvolveu e tem sua credibilidade. Muitas atividades que eram permitidas na minha geração, hoje a legislação não permite. A nossa função é orientar, reforçar e direcionar para aquilo que é possível e o que não é possível fazer”, disse Huve. A programação integrou vídeos informativos sobre questões como a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos e a importância da utilização da vestimenta de colheita, bem como sobre os direitos das crianças e dos adolescentes, encerrando com a peça teatral Rádio Fascinação, que reforçou, de forma lúdica, as principais orientações com a participação de egressos do Instituto Crescer Legal. CARTILHA DE ORIENTAÇÃO – Os produtores integrados recebem durante a assistência técnica a cartilha de orientação que destaca as principais orientações em torno dos temas. Conheça:   PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE  Não utilizar mão-de-obra de crianças e adolescente menores de 18 anos no cultivo do tabaco: plantio, pulverização, colheita, secagem e venda.  Crianças e adolescentes entre seis e 18 anos com ensino fundamental incompleto devem frequentar regularmente a escola, em turno e contraturno, esse último nas localidades onde houver.  O produtor deve entregar à empresa que mantiver contrato de compra e venda do tabaco os seguintes atestados escolares: de matrícula, na contratação da próxima safra; e de frequência, até 120 dias após o final de cada ano letivo. A frequência escolar mínima é de 70% em turno e contraturno, esse último nas localidades onde houver.   SAÚDE E SEGURANÇA DO PRODUTOR  - Somente utilizar agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins: registrados e autorizados pelos órgãos governamentais competentes; de acordo com a receita agronômica e as indicações dos rótulos e bulas, previstas em legislação vigente. - Manter o pulverizador em perfeitas condições de uso e sem vazamentos, inspecionando-o antes da sua utilização. - Usar corretamente o EPI (Equipamento de Proteção Individual), em bom estado de conservação, durante o manuseio e aplicação de agrotóxicos.  Não permitir a aplicação de agrotóxicos por pessoas menores de 18 anos, maiores de 60 anos e gestantes. - Não expor crianças e adolescentes menores de 18 anos a agrotóxicos durante a aplicação e manuseio.  Não armazenar agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins a céu aberto.  Armazenar em armário feito de material resistente, chaveado e destinado somente para este fim. O acesso a esses produtos deve ser restrito a trabalhadores orientados a manuseá-los.  Não reutilizar embalagens vazias de agrotóxicos, adjuvantes e afins, para qualquer fim.  Realizar a tríplice lavagem da embalagem vazia de agrotóxicos durante o preparo da calda, utilizando o Equipamento de Proteção Individual [EPI], e destiná-las corretamente. Conheça o passo a passo na página 11 da cartilha. Sinalizar áreas recém-tratadas com agrotóxicos com placa específica para este fim, durante o período de reentrada indicado no rótulo ou bula do produto.  Para a colheita, usar sempre luvas impermeáveis e vestimenta específica para se proteger e evitar o contato direto das folhas com a pele.  Evitar colher o tabaco quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou orvalho.  Dar preferência aos horários menos quentes do dia para a colheita do tabaco.   PRÓXIMOS EVENTOS – Depois de precisar ser cancelado em 2020 devido à pandemia e ter tido uma edição especial, em formato virtual em 2021, o Ciclo de Conscientização volta a ser presencial em 2022. Em sua 12ª edição, seis seminários vão mobilizar produtores de tabaco de diferentes regiões do Sul do Brasil. Depois de Cerro Branco, a agenda segue no mês de julho: em Prudentópolis (PR), no dia 12; Mallet (PR), dia 13; Major Vieira (SC), em 14 de julho; Vitor Meireles (SC), dia 27; encerrando em Canguçu (RS), no dia 04 de agosto.  

 

12º CICLO DE CONSCIENTIZAÇÃO 

Data 

Município 

UF 

Produtores 

Produção (ton) 

23 de junho  Cerro Branco 

RS 

672 

2.491

12 de julho  Prudentópolis 

PR 

1.577 

10.797

13 de julho  Mallet 

PR 

597 

3.639 

14 de julho  Major Vieira 

SC 

782 

3.960 

27 de julho  Vitor Meireles 

SC 

635 

3.977

04 de agosto  Canguçu 

RS 

5.378 

20.944

Fonte: Afubra (safra 2020-21) 

Saiba mais sobre o SindiTabaco

Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

17 | JUN . 2022

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Diversificação rende R$ 779 milhões para os produtores de tabaco no Sul do País

Junho 2022 – O Programa Milho, Feijão e Pastagens – conduzido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) com apoio de entidades ligadas à agricultura e dos governos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná –, estimula a diversificação e melhor aproveitamento dos recursos da propriedade para os produtores rurais. A iniciativa que fortalece a safrinha com plantio de grãos e pastagem após a colheita do tabaco representou o incremento de R$ 779 milhões na renda dos produtores, segundo levantamento do sindicato. As estimativas apontam uma redução de R$ 154 milhões na receita total em relação a 2021, quando o resultado foi de R$ 993 milhões de renda extra com a produção de grãos. O forte período de estiagem durante a safrinha impactou diretamente na produtividade, principalmente no Rio Grande do Sul, que passou por esse momento com maior intensidade, com a renda total caindo de R$ 368 milhões (em 2021) para R$ 344 milhões. Em relação a área plantada, o milho teve uma redução de 112.366 hectares (2021) para 92.776 hectares neste ano, principalmente por atrasos na semeadura e deficiências na germinação do grão. Em contrapartida, a área cultivada de feijão cresceu 6% e de soja 16% na região gaúcha, totalizando em 417.802 toneladas de grãos na safrinha. Conforme os dados apresentados pelo programa, os índices de produtividade apresentaram queda em todos os cultivos. Como consequência da diminuição da produtividade os volumes de produção também oscilaram para menos, com exceção para o cultivo de feijão no Paraná, que possui a maior área cultivada e sofreu menos influência da estiagem, apresentando um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. “Mesmo com uma queda do rendimento em comparação ao ano anterior, a receita da segunda safra é importante para o produtor, mas não é o único aspecto que deve ser avaliado. Isso porque a rotação de culturas reduz a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas na propriedade, garantindo um solo saudável para a próxima safra. No âmbito econômico, tem ainda outras vantagens como a redução dos custos de produção dos grãos, uma vez que ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

15 | JUN . 2022

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SindiTabaco divulga calendário de eventos do 12º Ciclo de Conscientização

Junho 2022 – Depois de precisar ser cancelado em 2020 devido à pandemia e ter tido uma edição especial, em formato virtual em 2021, o Ciclo de Conscientização volta a ser presencial em 2022. Em sua 12ª edição, seis seminários vão mobilizar produtores de tabaco de diferentes regiões do Sul do Brasil. Promovido pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), os eventos têm a proposta de complementar as orientações sobre saúde e segurança e proteção da criança e do adolescente, temas trabalhados permanentemente nas relações do Sistema Integrado de Produção de Tabaco. A série de encontros inicia no dia 23 de junho, no município de Cerro Branco (RS), quando reunirá produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares, autoridades e imprensa a partir das 13 horas, no Pavilhão da Congregação Evangélica Luterana Betel Internacional (Av. Valter Edgar Scheidt, 255 - Centro). Em julho, os eventos acontecem em Prudentópolis (PR), em 12 de julho; Mallet (PR), dia 13; Major Vieira (SC), em 14 de julho; Vitor Meireles (SC), dia 27; encerrando em Canguçu (RS), no dia 04 de agosto. A programação integra vídeos informativos sobre questões como a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos e a importância da utilização da vestimenta de colheita, bem como sobre os direitos das crianças e dos adolescentes, encerrando com uma peça teatral sobre os temas. Em 11 edições presenciais, realizadas desde 2009, os eventos do Ciclo de Conscientização já tiveram a participação de quase 30 mil pessoas de 66 municípios. A edição de 2021, em formato virtual, foi transmitida pelo canal do SindiTabaco no Youtube e contabiliza mais de 11 mil visualizações.    

12º CICLO DE CONSCIENTIZAÇÃO 

Data 

Município 

UF 

Produtores 

Produção (ton) 

23 de junho  Cerro Branco 

RS 

672 

2.491

12 de julho  Prudentópolis 

PR 

1.577 

10.797

13 de julho  Mallet 

PR 

597 

3.639 

14 de julho  Major Vieira 

SC 

782 

3.960 

27 de julho  Vitor Meireles 

SC 

635 

3.977

04 de agosto  Canguçu 

RS 

5.378 

20.944

Fonte: Afubra (safra 2020-21) 

CONSCIENTIZAR É PRECISO  - Só é permitido trabalhar na cultura do tabaco a partir dos 18 anos; - Crianças e adolescentes devem frequentar a escola; - O produtor deve usar a vestimenta específica para colher o tabaco, observando melhores horários e clima; - Somente adultos podem manejar e aplicar agrotóxicos, utilizando sempre os EPIs recomendados. VOCÊ SABIA?  - A vestimenta de colheita desenvolvida pelo setor de tabaco tem 98% de eficácia comprovada; - 75% dos produtores de tabaco já realizaram algum curso de capacitação; o mais lembrado foi a NR 31, citada por mais de 85% dos entrevistados. Foto: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

14 | JUN . 2022

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SindiTabaco celebra seus 75 anos

Junho 2022 – Autoridades, lideranças e representantes do agronegócio estiveram reunidos nesta segunda-feira, 13 de junho, no Country Club Santa Cruz, para celebrar os 75 anos do Sindicato Interestadual das Indústrias do Tabaco (SindiTabaco). Fundado em 24 de junho de 1947, em Santa Cruz do Sul (RS), a entidade representa e defende o interesse comum de 14 empresas associadas. O presidente da entidade, Iro Schünke, recebeu os convidados juntamente com a atual diretoria e relembrou momentos marcantes e focos de atuação do SindiTabaco: a sustentabilidade da cadeia produtiva, assuntos regulatórios e visibilidade do setor. “Temos como principal objetivo a defesa e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, geradora de renda e empregos para milhares de brasileiros, no campo e na cidade. Apesar de ser, em essência, uma entidade representativa da indústria, nossas ações envolvem os produtores integrados e, ao longo dos anos, as ações tornaram-se programas que passaram a impactar de forma positiva não somente aqueles que vivem o dia a dia deste importante segmento, mas a sociedade como um todo. Tornaram-se modelo para outros setores do agro, inclusive”, destacou Schünke. De acordo com o executivo, são muitos os exemplos de iniciativas que têm inspirado outras cadeias produtivas e setores. Do incentivo ao reflorestamento e preservação da mata nativa, à proteção a criança e do adolescente e iniciativas voltadas à logística reversa e a saúde e segurança do produtor, nesses 75 anos e, em especial, nas últimas três décadas, a inovação e o pioneirismo pautaram as ações do sindicato, voltadas a áreas que hoje são referidas como ESG - sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). “Temos inciativas à frente da legislação e que já completam duas a três décadas de existência. Seguiremos inovando na busca de práticas que assegurem a manutenção da qualidade e a integridade do produto, para que sigamos na liderança do mercado mundial de tabaco”, projetou Schünke, que encerrou com otimismo: “Rumo aos 100!”

O evento seguiu com a participação de Augusto Nunes, jornalista reconhecido por sua trajetória em diversas redações do país, e Paulo Andreoli, CEO da MSL na América Latina, que conduziram um diálogo sobre o cenário político e econômico, abordando temas relevantes para os convidados.
-- Augusto Nunes é natural de Taquaritinga, no interior de São Paulo. Foi redator-chefe da revista Veja e diretor de redação do Jornal do Brasil, do Estadão, da Zero Hora e das revistas Época e Forbes. Atualmente, é comentarista do programa Os Pingos nos Is, campeão de audiência da Jovem Pan, onde também apresenta o programa semanal de entrevistas Direto ao Ponto. É integrante do conselho editorial e colunista da Revista Oeste. Apresentou durante oito anos o programa Roda Viva, da TV Cultura, e foi um dos seis jornalistas entrevistados no livro Eles Mudaram a Imprensa, organizado pela Fundação Getúlio Vargas. Ganhou cinco vezes o Prêmio Esso de Jornalismo.
-- Paulo Andreoli, natural de São Paulo, é sociólogo de formação e há quase 30 anos é presidente e CEO da MSL na América Latina. Atuou por muitos anos como jornalista, e diretor de assuntos corporativos no O Estado de S. Paulo. É também membro do conselho do Instituto Carlyle.

8 | JUN . 2022

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Trabalho infantil e tabaco: avanços e desafios

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil – Ser parte da solução. Desde 1998 o setor do tabaco promove a necessária discussão e implementa programas que visam combater o trabalho infantil no campo. Ainda no final da década de 1990, as ações antes realizadas isoladamente, foram unidas em um programa atingindo toda a cadeia produtiva do tabaco. Foi o ‘O Futuro é Agora!’, criado em 1998. Em 2011, a criação do Programa Crescer Legal deu os primeiros passos em direção ao Instituto Crescer Legal, fundado em 2015 e que já é nacional e internacionalmente reconhecido por sua atuação inovadora no combate ao trabalho infantil.

Nesta quarta-feira, 8 de junho, mais uma vez o setor demonstra o seu apreço ao tema, sendo agente mobilizador do grande público que participou do seminário estadual ‘Trabalho Infantil, Proteção Social e Aprendizagem Profissional’ promovido pelo Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FEPETI) e pelo Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional (FOGAP).

A coordenadora dos fóruns e auditora fiscal do Trabalho, Denise Brambilla González, abriu as atividades no Clube CTA, em Venâncio Aires, e falou do objetivo de conscientizar comunidades rurais, técnicos de empresas e sociedade civil de um modo geral, a unir forças no combate ao trabalho infantil.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, falou da importância de oferecer alternativas. “São nítidos os avanços que realizamos ao longo destes anos quando o assunto é a proteção da criança e do adolescente. Os desafios ainda são muitos, como a escassez de recursos tecnológicos no meio rural e de alternativas de educação e qualificação, em especial no caso dos adolescentes. Essa é a lacuna que quer sanar o trabalho desenvolvido no Instituto Crescer Legal, iniciativa que conta com o apoio integral das empresas do setor do tabaco em parceria com o poder público”, avaliou.

Para o coordenador Nacional de Combate ao Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho e Previdência, Roberto Padilha Guimarães, somente com o trabalho em rede é que será possível erradicar efetivamente o trabalho infantil. “É uma questão complexa e que não envolve apenas a retirada do trabalho, mas também a busca por alternativas. Envolve saúde, uma vez que existem trabalhos que prejudicam o desenvolvimento das crianças e adolescentes, envolve educação e, para os adolescentes, envolve também a aprendizagem profissional” mencionou.

Principais marcos do combate ao trabalho infantil no setor do tabaco 

O dia 12 de junho foi escolhido, em 2002, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Anos antes, o setor do tabaco já implementava ações efetivas para a proteção das crianças e adolescentes no meio rural. Conheça abaixo: 

1998: lançamento do programa O Futuro é Agora! com assinatura de pacto pela erradicação do trabalho infantil.

2008: início de uma extensa campanha de conscientização, com peças publicitárias e seminários voltados a produtores de tabaco, parte de acordos com MPT-RS e Brasília.

2010: censo do IBGE demonstra que foi nas pequenas propriedades com produção de tabaco o maior índice de redução do trabalho infantil no País, em comparação com censo anterior (2000).

2011: criação do Programa Crescer Legal que teve atuação centrada no incentivo à educação dos filhos dos produtores, em especial aos adolescentes.  

2012: treinamento de 1,2 mil orientadores de campo das empresas de tabaco sobre a proteção da criança e do adolescente com a participação de agentes da OIT.

2015: fundado o Instituto Crescer Legal, iniciativa do SindiTabaco e empresas associadas, com o apoio de pessoas envolvidas com a educação e o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas com plantio de tabaco na Região Sul do País.

2016: o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, do Instituto Crescer Legal, passou a oferecer uma oportunidade de qualificação e de renda para jovens entre 14 e 17 anos, por meio da Lei da Aprendizagem, com curso voltado à gestão rural e ao empreendedorismo.

2017: criado o programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, com capacitação em comunicação para meninas egressas do Programa de Aprendizagem.

2020: implementado o programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, voltado para professores de escolas parceiras do Instituto Crescer Legal. 2021: Instituto Crescer Legal recebe o Prêmio Brasil Amigo da Criança. Saiba mais:
www.sinditabaco.com.br www.crescerlegal.com.br Fotos: https://lion.box.com/s/gughl0ekpsih6pagtfx8hj9d1g80xnzw Crédito: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br  

31 | MAIO . 2022

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Como meio ambiente e produção de tabaco andam lado a lado

Maio 2022 – O início de junho é marcado, em todo o mundo, com as comemorações voltadas ao meio ambiente. Em 2022, a data é ainda mais especial: marca também os 50 anos desde a primeira Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente Humano – a Conferência de Estocolmo de 1972, que designou o 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente. Este ano, a celebração terá o tema “Uma Só Terra", com foco na vida sustentável em harmonia com a natureza. “Uma Só Terra” foi o lema da Conferência de Estocolmo de 1972, e 50 anos depois, se mantém coerente e atualizado. A produção de tabaco no Brasil se concentra na Região Sul e, em muitos municípios produtores – são ao todo 508 –, chega a representar mais da metade da arrecadação. Infelizmente, não é incomum vermos dados, normalmente sem fonte que relacionam o setor do tabaco com prejuízos ao meio ambiente. “Aproveitamos a data para comunicar as ações que vêm sendo mantidas há décadas na Região Sul, onde a produção de tabaco é muito relevante para centenas de municípios, com o objetivo de preservar aquilo que é mais importante não só para o produtor, mas para todos nós: a nossa casa, a nossa terra”, comenta o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Iro Schünke. 25% verde  Atualmente, em média, 25% da área das propriedades produtoras de tabaco é coberta por florestas, sendo 15% mata nativa e 10% reflorestamento. Mas e os outros 75% da propriedade? São só tabaco? Segundo levantamento da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o tabaco ocupa, em média, 23% da propriedade, mas representa quase a metade da renda bruta do produtor. As demais áreas são destinadas a pastagens (22,5%) e outras culturas como milho, soja, feijão, arroz, batata, cebola, mandioca, hortifrutis, etc. Propriedade diversificada, sinônimo de solo protegido  A diversificação das propriedades é um ponto importante para o meio ambiente, em especial, o solo. O Programa Milho, Feijão e Pastagens, por exemplo, além de ter um contexto social importante de segunda renda, tem em seu escopo o modelo da conservação da terra: por meio da rotação de culturas, o solo fica livre de pragas e doenças, além de protegido da erosão. Além disso, o centenário Sistema Integrado de Produção de Tabaco garante a orientação técnica adequada e avaliação constante do solo dos produtores integrados. Preservação e autossuficiência energética  A cura do tabaco é realizada em grande parte em estufas à lenha e, desde 1978, o setor promove a autossuficiência energética, incentivando o reflorestamento. Atualmente, uma série de vídeos complementam esse esforço, parte do projeto Ações pela Sustentabilidade Florestal na Cultura do Tabaco, mantido pelo SindiTabaco em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Assista aos vídeos no canal do SindiTabaco no Youtube. Para conjugar o verbo conservar  Além do incentivo ao reflorestamento, o setor tratou a conservação da Mata Atlântica de forma inovadora, por meio de um inédito acordo junto ao Ibama, em 2011, que previa o monitoramento por satélite de áreas produtoras de tabaco e o reforço da orientação sobre o uso exclusivo de lenha de origem legal e sustentável pelos produtores integrados. Rios e nascentes protegidos  A proteção de nascentes e rios é outro tema que ganha atenção do setor há muitos anos. Iniciativas individuais de empresas associadas se atentam especialmente a este ponto e o SindiTabaco manteve, entre 2005 e 2019, o Programa Microbacias, que permitiu, com a análise de dados obtidos por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, levar ainda mais informações aos produtores sobre as diversas técnicas de preservação das nascentes e dos recursos hídricos. Ao utilizá-las, evita-se a erosão do solo e o transporte de sedimentos para os rios próximos às lavouras, diminuindo a poluição nos cursos de água. As orientações foram difundidas por meio de seminários e dias de campo e, atualmente, da orientação técnica. Logística reversa pioneira  Criado nos anos 2000 com o objetivo de preservar o meio ambiente e a saúde e segurança do produtor, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos pode ser considerado um modelo a outros setores e, desde 2002, passou a atender também a legislação sobre correta destinação dos recipientes. Em duas décadas, já foram quase 18 milhões de embalagens recolhidas. Atualmente, atende cerca de 113 mil produtores gaúchos e catarinenses e percorre 1,8 mil pontos de coleta em 395 municípios. No Paraná, empresas associadas apoiam iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais de recebimento de embalagens. Saiba mais: www.sinditabaco.com.br Fotos: Banco de Imagens SindiTabaco Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

23 | MAIO . 2022

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Indústria e Mata Atlântica: duas datas, uma só comemoração

A Mata Atlântica e a indústria ligada ao agronegócio, em geral, correm em linhas opostas no imaginário das pessoas. E, de fato, a expansão de áreas produtivas causaram efeitos neste bioma tão relevante. Mas o setor do tabaco tem muito a comemorar nesta semana: com uma indústria pujante e um sistema que integra produtores às práticas ESG, preserva a Mata Atlântica e obtém resultados econômicos expressivos.  “A indústria faz parte da engrenagem que move a economia do país e, no setor do tabaco, os números são bem significativos. A produção de tabaco demanda o uso de lenha para a cura do tabaco nas estufas. Mas desde 1978, muito antes de ouvirmos falar em ESG, o setor age proativamente, incentivando os produtores integrados a adotar o reflorestamento e preservar a mata nativa das propriedades”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke. Atualmente, o setor é autossuficiente no cultivo de florestas energéticas para as estufas, principalmente com o uso do eucalipto. Segundo o último levantamento realizado pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), 25% da área das propriedades produtoras de tabaco é coberta por mata, sendo 15% com mata nativa e 10% com reflorestamento. “Tratamos o assunto da conservação da Mata Atlântica de forma inovadora, por meio de um acordo inédito junto ao Ibama, em 2011, que previa o monitoramento por satélite de áreas produtoras de tabaco e a inclusão de cláusulas contratuais que garantissem somente o uso de lenha de origem legal e sustentável pelos produtores integrados”, relembra Schünke. Em 2019, uma nova ação do setor foi criada para fortalecer a produção energética com espécies de rápido crescimento por meio da difusão de conhecimentos técnico-científicos. O projeto Ações pela Sustentabilidade Florestal na Cultura do Tabaco, mantido pelo SindiTabaco em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), testa e compartilha novas tecnologias, materiais genéticos e espécies de maior produtividade e desempenho energético por meio de 21 unidades demonstrativas em propriedades de 17 municípios gaúchos. Segundo o coordenador do projeto, Prof. Dr. Jorge Antônio de Farias, este é mais um passo dado na consolidação da sustentabilidade energética na cultura do tabaco. “A ideia é que os produtores possam transferir para sua propriedade o conhecimento adquirido nas unidades demonstrativas e colher os benefícios de uma produção sustentável. Além de obter segurança energética e financeira, os produtores também preservam os remanescentes de florestas naturais”, acrescenta. “Assim como na indústria, em que os processos são testados e adaptados visando os melhores resultados, o produtor também precisa buscar o conhecimento que poderá auxiliá-lo a preservar sua propriedade e garantir o melhor rendimento”, frisa Schünke. As práticas testadas nas unidades demonstrativas foram compiladas em vídeos que estão disponíveis no canal do SindiTabaco no Youtube. Assista aos vídeos do projeto

AÇÕES PELA SUSTENTABILIDADE FLORESTAL NA CULTURA DO TABACO
  NÚMEROS DA INDÚSTRIA DO TABACO – No Brasil, o tabaco tem gerado mais de R$ 14 bilhões em impostos a cada ano e, em muitos municípios produtores – são ao todo 508 –, chega a representar mais da metade da arrecadação. Além disso, 85% da produção brasileira é destinada às exportações. Em 2021, saíram dos portos brasileiros 464.429 toneladas, gerando US$ 1,464 bilhão em divisas. Mesmo com problemas logísticos gerados a partir da pandemia (com escassez de navios e contêineres), o produto brasileiro foi enviado para 105 países, sendo que o principal destino foi a União Europeia, com 40% do total exportado. Para 2022, a perspectiva, conforme apontam as pesquisas realizadas pela consultoria Deloitte, é exportar o mesmo volume de 2021 e com valores em dólares um pouco superiores. Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br

5 | MAIO . 2022

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O futuro do campo: jovens aprendizes são apresentados pelo Instituto Crescer Legal

Maio 2022 – O dia do campo, celebrado em maio, levanta questionamentos como “qual será o futuro do campo?”. O futuro pode ser incerto, mas o Instituto Crescer Legal faz a sua parte ao implementar, desde 2015, uma série de iniciativas inovadoras que visam gerar novas oportunidades aos jovens e combater o trabalho infantil. Nesta quinta-feira, 05 de maio, celebrou uma delas: o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. O evento, realizado em Progresso, encerrou uma série de sete encontros entre os jovens aprendizes das novas turmas, a diretoria do Instituto, familiares e parceiros do Programa. Ao todo, sete municípios sediam as atividades do programa em 2022, contemplando 155 jovens aprendizes. São eles: Canguçu, Cerro Branco, Paraíso do Sul, Passo do Sobrado, Progresso, Rio Pardo e São Lourenço do Sul. Em Progresso, as atividades são conduzidas pela educadora Débora Berghahnn, que já atua há cinco anos com a metodologia do programa, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Luiz Gonzaga. “O Instituto Crescer Legal é uma oportunidade única e privilegiada. Vim de uma realidade parecida dos jovens que estão conosco hoje. Na oitava série já pensava qual seria o futuro que deveria tomar, mas para ter uma oportunidade, precisei sair da minha comunidade. Hoje os jovens têm essa oportunidade nas localidades onde vivem, o que é um grande diferencial. Deixo a mensagem de que esse é o início da caminhada para o futuro, então, aproveitem bem”, disse a educadora que fez a entrega simbólica do crachá aos jovens. Mas o que esse crachá simboliza? Muitas vezes a primeira renda, a carteira assinada, a primeira gestão de recursos próprios na vida financeira desses jovens. Os 22 jovens participantes em Progresso foram contratados por associadas do Instituto Crescer Legal e recebem salário proporcional a 20 horas semanais para participarem do curso de gestão e empreendedorismo, no contraturno escolar, com atividades teóricas e práticas que totalizam 800 horas. As atividades são realizadas nas escolas ou em sedes cedidas pelas prefeituras parceiras que também auxiliam com a alimentação e logística de transporte diário para viabilizar o atendimento dos adolescentes. “Em nome do nosso município quero agradecer a escolha por Progresso para sediar o curso de gestão rural e empreendedorismo. Sei o quanto é importante para os jovens e o salário é só uma parte disso. A qualificação dos jovens é o primeiro passo para que possam estar aptos a aproveitarem as oportunidades que terão na vida”, comentou o prefeito de Progresso, Paulo Gilberto Schmitt. Iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas no Brasil, o Instituto Crescer Legal já conta com dois reconhecimentos nacionais pela inovação e pioneirismo em oferecer oportunidades para os jovens rurais. Com a validação do Ministério do Trabalho, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural já certificou, desde 2016, 596 jovens rurais do Rio Grande do Sul, na região Sul do Brasil, e é considerado pioneiro por proporcionar uma forma inovadora de aplicação da Lei de Aprendizagem em favor dos jovens do campo. “Inovamos ao buscar um caminho que até então não era trilhado no Brasil. Plantamos uma semente em 2015, com a fundação do Instituto, e já percebemos os frutos, mas a colheita promete aumentar. Estamos muito felizes com os resultados até aqui, mas temos a certeza que há ainda muito a ser feito. Os jovens do campo precisam de oportunidades. E se eles são o futuro, do campo ou da cidade, é neles que devemos investir”, afirmou Schünke. Fotos: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 99667-7405 Giovana Reis - giovavana.reis@mslgroup.com - (11) 99178-3414 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 98904-1366 www.mslgroupandreoli.com.br