A diversificação de culturas nas propriedades onde o tabaco é produzido já é incentivada há décadas pelo setor como forma de complementar a renda dos produtores. A orientação ganhou reforço nos últimos anos por meio de parcerias com entidades públicas. Atualmente, de acordo com dados da Afubra, apenas 21% da área média total da propriedade é utilizada para o cultivo do tabaco. O restante é reservado para outras atividades agrícolas ou pecuárias (milho, feijão, soja, criação de animais, pastagens, açudes e florestas – nativas e de reflorestamento) Conheça os programas que estimulam a diversificação:

REFLORESTAMENTO

Há mais de 30 anos as indústrias estimulam o reflorestamento como diversificação da propriedade. Além de preservar a mata nativa e garantir lenha para as estufas, o produtor pode aumentar sua renda com a venda de excedentes.

Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco

Em atividade desde 1985, o programa tem a expectativa de envolver os produtores da Região Sul, incentivando-os no plantio de culturas alternativas com o aproveitamento da adubação residual da lavoura de tabaco, o que reduz os custos de produção. Além da estrutura de campo das empresas associadas ao SindiTabaco, técnicos das entidades parceiras também irão atuar na divulgação das vantagens do plantio da safrinha.