28 | OUT . 2020

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Evento mundial homenageia produtores de tabaco

28 de outubro, Dia do Produtor de Tabaco – A pandemia impediu a realização do habitual evento em comemoração ao dia do produtor de tabaco, mas a Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (International Tobacco Growers’ Association – ITGA), realizou nesta quarta-feira, 28, evento online alusivo aos produtores com a participação de diversos porta-vozes ligados à cadeia produtiva. Com o tema “juntos crescemos mais”, a homenagem aos produtores contou com vozes de todos os continentes. Produtores da Colômbia, Argentina, EUA, Bulgária, Malaui, Moçambique, entre outros, falaram sobre a importância do cultivo do tabaco para suas vidas. Antonio Abrunhosa, chefe executivo da ITGA, saudou os produtores e avaliou o impacto da pandemia. “Vivemos em um mundo globalizado e o tabaco tem um papel importante, especialmente em um ano com tantos desafios. A pandemia demonstrou que nada é garantido. Milhares de vidas e empregos foram perdidos e o tabaco mostrou-se mais resiliente que outras culturas, mantendo os empregos e a renda dos nossos produtores e mostrando, uma vez mais, a relevância crucial para a subsistência e prosperidade de nossas famílias”, disse Abrunhosa. O presidente do SindiTabaco e diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke, participou da programação com um depoimento em vídeo. Ele cumprimentou à ITGA pela realização do evento e à Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), entidade que representa os produtores de tabaco no Brasil. “Nada mais justo que prestar uma homenagem deste porte aos produtores de tabaco do mundo. O Brasil é o segundo maior produtor, é o maior exportador há 27 anos e tem no produtor de tabaco a sua primeira base, um forte elo desta grande cadeia produtiva. São eles que, com as práticas culturais bem aplicadas, fazem com que o Brasil seja referência em produção sustentável, apresentando aos clientes internacionais um produto de qualidade e integridade. Quero, como filho de produtor de tabaco, deixar um abraço muito sincero e carinhoso a todos os produtores de tabaco do mundo e dizer que podem se sentir honrados em fazer parte desta importante cadeia produtiva que tanto contribui para o desenvolvimento das comunidades onde está presente. Juntos, produtores e empresas, vamos continuar na defesa dessa importante cadeia produtiva”, disse Schünke em seu depoimento. Do Brasil também participou o presidente da Afubra, Benício Werner. Último levantamento da entidade apontou que o tabaco é cultivado em 544 municípios e a safra 2019/2020 rendeu quase R$ 6 bilhões de receita às 146.430 famílias brasileiras. DIA DO PRODUTOR DE TABACO – No Brasil, a data foi instituída pelas Assembleias Legislativas do Rio Grande do Sul (Lei 14.208, de março/2013, de autoria do deputado estadual Heitor Schuch); de Santa Catarina (Lei 16.114, de setembro/2013, de autoria do deputado estadual Mauro de Nadal); e do Paraná (Lei 17.729, de 2013, de autoria do deputado estadual Anibelli Neto. Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | OUT . 2020

Imprensa

Duas décadas de referência em logística reversa

Outubro 2020 – O tabaco está entre as culturas agrícolas que menos utiliza agrotóxicos de acordo com diversas pesquisas realizadas nos últimos anos. Ainda assim, ao longo das últimas décadas, foi precursor na logística reversa das embalagens vazias de agrotóxicos. Em 23 de outubro de 2020 o setor do tabaco chega à marca de 20 anos de sucesso em termos de logística reversa de resíduos sólidos. Até o momento foram mais de 17 milhões de embalagens recolhidas. “Os números podem levar à falsa interpretação de que a cadeia produtiva do tabaco utiliza uma carga elevada de agrotóxicos. Mas pesquisas realizadas ao longo da última década têm demonstrado exatamente o oposto: o tabaco está entre as culturas que menos utiliza agrotóxicos e, ao mesmo tempo, um dos setores mais comprometidos na correta destinação dos recipientes tríplice lavados”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. O primeiro recolhimento aconteceu no ano 2000, na localidade de Rio Pardinho, interior de Santa Cruz do Sul (RS). De lá para cá, 411 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre cerca de 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois Estados. O programa beneficia um universo de 117 mil produtores de tabaco gaúchos e catarinenses, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes tríplice lavados em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades. Desde 2015, o programa itinerante apresentou uma novidade que está facilitando a coleta de dados e tornando mais fácil a gestão dos roteiros percorridos. Os registros que antes eram feitos de forma manual, passaram a ser feitos por um aplicativo. O novo formato de gestão dos dados do programa contempla o uso de dispositivos móveis (tablets) para o lançamento da quantidade de embalagens entregues por produtor. No momento da entrega, o cadastro do produtor é atualizado e este recebe o comprovante de entrega das embalagens, com o registro da data e da quantidade de recipientes entregues. "Com o software, temos um programa ainda mais eficaz em termos de gestão, uma vez que o processo de geração de relatórios ficou facilitado, mais ágil e ainda permite o acompanhamento da coleta em tempo real. Além do cumprimento da legislação, foi mais um investimento e um avanço dado em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa", afirma o coordenador Carlos Sehn. Pioneiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos foi criado no ano 2000, antecedendo a regulamentação da legislação sobre o tema. Desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), tem como objetivo preservar o meio ambiente  e evitar o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos,  protegendo assim a saúde e a segurança dos produtores de tabaco e de suas famílias. Atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Veja por onde anda o programa LEGISLAÇÃO – Desde 2002, o programa também tem como objetivo atender aos preceitos estabelecidos pela legislação vigente. No Brasil, desde 2002, o Artigo 53, do Decreto 4.074, determinou que "usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos". A legislação também prevê responsabilidades por parte dos canais de distribuição, dos produtores, das indústrias fabricantes e do poder público. BRASIL É REFERÊNCIA – Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), 94% das embalagens são recicladas, transformadas novamente em embalagem do mesmo produto ou incineradas em local apropriado. Na França, esse índice de reaproveitamento é de 75%; no Canadá e na Alemanha, de 70%, no Japão, de 50%, e nos EUA de apenas 30%. Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

16 | SET . 2020

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Impacto da reforma tributária na cadeia produtiva do tabaco é tema de conferência

Setembro 2020 – O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou nesta quarta-feira, 16 de setembro, de conferência virtual promovida pela Frente Parlamentar da Agricultura Familiar da Câmara dos Deputados para debater a reforma tributária. A proposta de alterações na legislação afeta diretamente o setor, com o aumento dos tributos sobre a venda e produção do produto e derivados no país. O presidente da Frente, deputado Heitor Schuch, endereçou aos participantes sua preocupação com o projeto. “Nosso objetivo é elaborar uma proposta para contrapor este item na reforma tributária e mostrar a importância socioeconômica da atividade. Como está, o contrabando tende a aplaudir e a agradecer”, comentou Schuch. Lauro Anhezini Junior, gerente Senior de Relações Governamentais da Souza Cruz, informou aos participantes que o projeto cria uma regra especial para cigarros que pode prejudicar enormemente o setor de tabaco legal. “O mercado brasileiro de cigarros é dominado pelo mercado ilegal. Números do Ibope Inteligência demonstram que o mercado ilegal já representa 57% do consumo no País. Deste percentual, 49% são oriundos do Paraguai e 6% são de empresas que não cumprem o preço mínimo ou que são devedoras contumazes”. Ainda segundo Lauro, a evasão fiscal no setor de cigarros já ultrapassou a arrecadação do mercado legal. “Em 2019, o mercado legal arrecadou R$ 11, 8 bilhões em tributos; em contraponto, a evasão estimada foi de R$ 12,2 bilhões”, pontuou. “No cigarro já incide 71% de carga tributária. Com o projeto, chegaria a 90%. Diante disso, é importante externar três preocupações: o setor de cigarros não suporta mais qualquer aumento de carga tributária; é preciso que se mantenha a neutralidade da tributação; é urgente oferecer alternativas que devolvam a capacidade das indústrias legais de competirem com o mercado ilegal”, reforçou Lauro. Para Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, esta é uma questão que preocupa já há algum tempo. “O setor de tabaco emprega centenas de milhares de pessoas no campo e na cidade; é uma atividade lícita, que gera divisas para o País, contribui para o crescimento econômico. Vemos com preocupação qualquer proposta que aumente carga tributária do setor que já está dentre os mais tributados no Brasil e que sofre com a ilegalidade. A questão do mercado ilegal impacta muito as empresas brasileiras, uma vez que a diferença da carga tributária dos cigarros brasileiros e paraguaios desequilibra a concorrência e estimula o contrabando. Vale lembrar que enquanto o cigarro brasileiro é tributado em 71%, no Paraguai esse percentual cai para 18%. Nesse sentido, qualquer aumento será exponencialmente prejudicial à cadeia produtiva. Precisamos preservar a renda aos produtores, os empregos nas indústrias e a economia gerada pelo tabaco para os mais de 500 municípios brasileiros produtores”, afirmou.  Para o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, Romeu Schneider, as consequências da reforma vão ser muito negativas para todos os elos da cadeia produtiva. “A questão da falta de competividade tributária e os entraves causados pelo preço mínimo tem aumentado cada vez mais o mercado ilegal. Com isto, não só indústrias perdem, mas também os produtores que deixam de produzir em nosso país”, lembrou. Participaram ainda da conferência representantes da Abifumo, Amprotabaco, Contag, Fetag, Farsul, Fetaesc, Fetaep, Fentifumo, Stifa, além de representantes de empresas e parlamentares. SAIBA MAIS – O PL 3.887/2020 institui a nova Contribuição sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) em substituição ao atual PIS/COFINS. A proposta em debate substitui uma tributação atual de aproximadamente 11% sobre preço de venda a varejo de PIS/COFINS combinados, por uma sistemática específica de R$1,10 por carteira de vinte cigarros e mais uma parcela ad valorem de 22% do maior preço de venda a varejo praticado no território nacional. A mecânica de tributação proposta no PL 3887/2020 especificamente para cigarros e cigarrilhas, considerando a atual tributação do ICMS (médio) e IPI existente, levaria uma marca de cigarros comercializada ao preço mínimo vigente a ter uma carga tributária de 115%. Números do setor do tabaco Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

6 | AGO . 2020

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Avança utilização de práticas conservacionistas entre produtores de tabaco

Agosto 2020 – A evolução de práticas conservacionistas na produção de tabaco demonstra, a cada nova safra, a preocupação da cadeia produtiva com o solo. Pesquisa realizada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) demonstra que 76% dos produtores de tabaco utilizam sistemas como plantio direto e cultivo mínimo. Em 2010, eram 34%. Avança utilização de práticas conservacionistas entre produtores de tabaco No cultivo mínimo, o produtor mobiliza o mínimo possível o solo, protegendo parcialmente a sua superfície com resíduos da cultura anterior ou a biomassa resultante dos cultivos de cobertura, com o objetivo de diminuir os riscos de erosão. Já o plantio direto na palha é o sistema de cultivo mais eficiente na proteção do solo. Consiste em evitar o revolvimento do solo, preservando integramente a palhada dos cultivos de cobertura sobre a sua superfície. Visto como um fundamento básico de sustentabilidade pela indústria de tabaco, o uso de práticas conservacionistas tem crescido a cada ano, com o trabalho das equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco. “A orientação técnica tem sido de inestimável importância na difusão destas tecnologias e um aliado permanente para o crescimento desta estatística. A expectativa é que mais produtores se mobilizem em torno da adoção destas boas práticas agrícolas, benéficas não apenas para o solo e o meio ambiente, mas para o próprio produtor, uma vez que a mão de obra também diminui”, afirma o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. Segundo o assessor técnico da entidade, o engenheiro agrônomo, Darci José da Silva, nos últimos anos tem sido possível constatar um abandono progressivo das práticas tradicionais de preparo e manejo do solo, como a lavração, gradagem, excesso de cultivações e capinas. Ele explica que um dos fatores de significativa contribuição no avanço das práticas conservacionistas tem sido a evolução dos cultivos de cobertura do solo, decorrentes da maior diversificação de espécies utilizadas. “Atualmente, as espécies mais utilizadas, além das aveias, ervilhacas e da mucuna, estão sendo o milheto, braquiárias, crotalárias e nabo forrageiro. Esses cultivos caracterizados pela excelente produção de biomassa, também apresentam exuberante sistema radicular, atuando diretamente na reestruturação do perfil do solo e na formação de um ambiente mais adequado à proliferação dos micro-organismos necessários à ação benéfica do seu intemperismo. A partir daí, sistemas de cultivos sustentáveis como o plantio direto na palhada e cultivo mínimo vêm tendo sua utilização mais facilitada e difundida entre técnicos e produtores”, explica Silva. Motivos para utilizar práticas conservacionistas 

  • Menor perda de solo em decorrência da ação dos agentes erosivos, principalmente as enxurradas;
  • Melhoria das características físicas e biológicas do solo devido à sua proteção de forma mais intensiva e permanente por meio dos cultivos e cobertura;
  • Recuperação da fertilidade natural do solo decorrente da redução das perdas de nutrientes;
  • Aumento dos índices de produtividade dos cultivos comerciais;
  • Redução tangível da demanda de mão-de-obra de preparo do solo e cultivações, gerando como consequência uma diminuição expressiva dos custos de produção;
  • Maior comodidade operacional nas áreas sistematizadas e protegidas por práticas conservacionistas;
  • Evolução tecnológica dos métodos e procedimentos agrícolas.
OUTRAS PRÁTICAS – Alguns produtores que continuam utilizando o sistema convencional de preparo do solo adotam outras práticas conservacionistas como terraceamento, cultivos de cobertura, camalhões largos e altos e plantio em nível, que funcionam como mecanismo de proteção em relação ao escoamento das águas das chuvas, reduzindo a sua velocidade e seu potencial erosivo. Outra forma de proteger o solo é através da preservação da mata ciliar, localizada no entorno de nascentes e nas margens dos cursos d’água. Além disso, como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco.  Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituindo-se em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades. Foto: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho -
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3 | AGO . 2020

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Tabaco brasileiro aguarda parecer da China para ser embarcado

Agosto 2020 – Devido à pandemia, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC)Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque. O encerramento oficial das atividades ocorreu na última sexta-feira, 31 de julho, por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA e UNISC. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu a reunião. “Dizer que estamos chegando ao final deste processo em um ano atípico e cheio de desafios como este já é uma grande vitória, o que só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas nesse processo. A China é um dos maiores importadores do tabaco brasileiro, ajudando a fortalecer cada vez mais toda a cadeia produtiva no País. Ficamos satisfeitos que em 2020 houve um acréscimo no volume comprado, ou seja, mais tabaco foi comprado comparativamente que o ano passado e esperamos que isso seja uma curva ascendente”, ressaltou Schünke. Roque Danieli, da Superintendência do MAPA no RS, apresentou o resultado das análises realizadas e que serão despachadas à China para parecer final. Segundo ele, foram 58 amostras coletadas nos lotes de tabaco processados por sete empresas. “Todas cumpriram os requisitos sanitários e não foram detectadas pragas quarentenárias constantes no protocolo”, informou. Daniele também comentou que técnicos do MAPA têm realizado inspeções no campo para averiguar o uso de agrotóxicos. “Percebemos que os produtores de tabaco não estão utilizando nenhum produto fora daqueles registrados e autorizados pelo MAPA. É o setor que menos tem tido problemas no assunto de defensivos, muito em função da PI Tabaco que teve a participação do MAPA na sua implementação. Temos verificado que ao longo dos anos a qualidade do tabaco vem melhorando e, considerando que esse é um trabalho das equipes de campo, salientamos que esse trabalho deve continuar, uma vez que é também um relevante fator para o comércio internacional”, ressaltou. A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont, destacou que a inspeção é apenas uma parte do trabalho que vem sendo realizado e muito importante para a Região Sul do País. Dupont explicou que foram 40 dias de intenso trabalho avaliando o tabaco processado para poder entregar os laudos dentro do prazo, destacando que não foram encontradas estruturas viáveis de pragas quarentenárias, o que deve resultar na autorização de embarque do produto pelas autoridades chinesas. Izabela Mendes Carvalho, chefe da divisão de programas especiais do Ministério da Agricultura em Brasília, parabenizou a todos pelo excelente trabalho. “Este é um trabalho conjunto e que viabilizou por mais um ano a exportação do tabaco brasileiro para a China, cumprindo com todas as exigências sanitárias do mercado chinês. Os inspetores da GACC e representantes comerciais não puderam vir ao Brasil devido às circunstâncias e agradecemos pela confiança no Ministério da Agricultura que ficou encarregado pela coleta, monitoramento e todo o processo de certificação fitossanitária. Esclarecemos que todos os procedimentos foram rigorosos no sentido de garantir a segurança do tabaco a ser exportado”, concluiu. Izabela informou ainda que nesta segunda-feira, 03 de agosto, “todos os documentos serão encaminhados para a China para que possam ser analisados e processados da forma mais rápida possível”. Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), informou que o objetivo agora é conseguir o mais rápido possível o resultado da GACC. “Depende do órgão chinês a aprovação para embarcar para a China. Temos mais uma etapa pela frente e esperamos que esse momento de embarque se concretize o mais rápido possível”, comentou o executivo. A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados. Em 2019, voltou à segunda colocação, com US$ 383 milhões.   PARA SABER - O tabaco representou 0,95% do total de exportações brasileiras e 4,84% dos embarques da Região Sul de 2019. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,62% do total das exportações. Infográficos da cadeia produtiva do tabaco

5 maiores importadores do tabaco brasileiro

(Fonte: Ministério da Economia) 

 

Ranking  

2017  

2018  

2019 

 

Bélgica / US$ 342 mi

Bélgica / US$ 446 mi

Bélgica / US$ 526 mi

 

China / US$ 276 mi

EUA / US$ 190 mi

China / US$ 383 mi

 

EUA / US$ 198 mi

China / US$ 165 mi

EUA / US$ 189 mi

 

Itália / US$ 120 mi

Indonésia / US$ 125 mi

Indonésia / US$ 106 mi

 

Indonésia / US$ 105 mi

Egito / US$ 112 mi

Rússia / US$ 77 mi

Mais imagens em alta: https://lion.box.com/s/jvdh6iomk2evo7on7b4g0q6zftuzt835 Crédito: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

24 | JUL . 2020

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Embalagens vazias de agrotóxicos serão recolhidas em 65 municípios gaúchos

Julho 2020 – A partir da próxima segunda-feira, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre duas regiões gaúchas: de 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Prestes a completar 20 anos em outubro, o programa já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens e contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. “Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores”, destaca Carlos Sehn, coordenador do programa. Região Serra Planalto RS – 27 de julho a 10 de agosto Água Santa, Anta Gorda, Arvorezinha, Casca, Ciríaco, Coqueiro Baixo, David Canabarro, Dois Lageados, Doutor Ricardo, Espumoso, Fontoura Xavier, Gentil, Guaporé, Ibiraiaras, Ilópolis, Ipê, Itapuca, Marau, Montauri, Muçum, Muliterno, Nova Alvorada, Nova Bassano, Pouso Novo, Protásio Alves, Putinga, Relvado, Santo Antônio do Palma, São Domingos do Sul, São Jorge, São José do Herval, São Valentim, Serafina Corrêa, Soledade União da Serra, Vanini, Vespasiano Corrêa, Vila Lângaro e Vila Maria. Região Sul RS – 12 de agosto a 28 de outubro Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Butiá, Camaquã, Canguçu, Cerrito, Cerro Grande do Sul, Chuvisca, Cristal, Dom Feliciano, Encruzilhada do Sul, Guaíba, Mariana Pimentel, Morro Redondo, Pelotas, Piratini, Rio Grande, São Jerônimo, São Lourenço do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tapes e Turuçu. SAIBA MAIS

  • Criado em outubro de 2000, o programa é anterior à legislação que determina a devolução das embalagens às suas respectivas origens – Decreto 4.074, de 04 de janeiro de 2002.
  • Quem adere ao programa e entrega as embalagens tríplices lavadas, ganha recibos, fundamentais para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental.
  • Mais de 90% das embalagens são recicladas e usadas na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros.
Roteiros completos disponíveis no site www.sinditabaco.com.br Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

23 | JUL . 2020

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SindiTabaco expõe cenário do setor em audiência pública

Julho 2020 – O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou de audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para debater a política do preço do tabaco e o cenário do setor. Presidida pelo deputado Elton Weber, contou com a participação de empresas, representação dos produtores e deputados estaduais da Região Sul. Em sua fala, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, lembrou os participantes que o SindiTabaco não participa de temas como preço e comercialização do tabaco. “Isso é feito diretamente entre empresas e produtores, mas me foi solicitado para contextualizar o cenário do setor no Brasil e no mundo e quero reforçar a importância da participação política na proteção deste setor produtivo. Preservar os empregos, a renda e as divisas precisa ser o grande objetivo”, comentou o executivo. Segundo Schünke, está havendo uma redução gradual do consumo de cigarros, mas mesmo assim cerca de 5,3 trilhões de cigarros são consumidos anualmente. Na área da produção, 5 milhões de toneladas de tabaco são produzidas no mundo, cerca de 600 a 650 mil produzidas somente no Brasil. “A produção precisa estar adequada à demanda. E sempre mantendo a qualidade, a integridade e a sustentabilidade do produto. Nesse sentido, algumas empresas já atuam com a certificação da Produção Integrada do Tabaco”, citou. Schünke passou alguns números do setor no Brasil e no estado gaúcho. “Para o Rio Grande do Sul, o tabaco é ainda mais importante, considerando que 84% do volume é exportado pelo Porto do Rio Grande”, comentou, citando ainda que as exportações têm apresentado queda em comparação com o ano anterior, especialmente em dólares, o que demonstra uma queda na qualidade do produto. Outro ponto que afeta a cadeia produtiva do tabaco, o contrabando esteve entre os temas citados pelo executivo. “A questão do mercado ilegal impacta muito as empresas brasileiras, uma vez que a diferença da carga tributária dos cigarros brasileiros e paraguaios desequilibra a concorrência e estimula o contrabando, além de contribuir para uma significativa evasão fiscal, considerando que o consumo do produto ilegal já supera o produto legal”, concluiu Schünke em sua participação. Números do setor do tabaco Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | JUL . 2020

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Vale do Rio Pardo segue representado na diretoria da FIERGS

Julho 2020 – Ao renovar seu mandato frente à Federação e o Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), o presidente Gilberto Porcello Petry disse que continua otimista, apesar do momento difícil pelo qual o Brasil passa em função da pandemia do coronavírus. Junto com Gilberto Petry tomaram posse também as novas diretorias da FIERGS e do CIERGS em cerimônia realizada virtualmente nesta segunda-feira, 20 de julho. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, foi um dos diretores empossados para a gestão 2020/2023 da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Schünke faz parte da diretoria da FIERGS desde 2008. Seguindo os protocolos de segurança em saúde, apenas Petry e os vice-presidentes estiveram na sede da FIERGS para a cerimônia, que contou com as participações por vídeo do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e do governador Eduardo Leite. Petry reiterou ser a indústria defensora do equilíbrio entre o isolamento social e uma dinâmica estável das atividades econômicas durante a crise do coronavírus. “Caso o isolamento perdure por mais tempo, ao final da crise vamos apenas recolher os fragmentos de empresas e de empregos, em meio a um formidável colapso econômico com brutal redução da receita fiscal”, observou. O presidente da FIERGS, porém, vê estímulos para o Brasil continuar a avançar, como o novo marco legal do saneamento aprovado pelo Congresso Nacional, e a já pautada reforma tributária. “Mas mais dois temas precisam fazer parte do debate nacional: a esquecida Reforma Administrativa, e a essencial Reforma Política”, frisou. Petry agradeceu a quem aceitou integrar as Diretorias da FIERGS e do CIERGS ao seu lado para a gestão 2020/2023. “Tive a distinção de ser reeleito para presidir as entidades nos próximos três anos. Agradeço a confiança depositada no meu nome pelas votações unânimes dos Sindicatos industriais e dos associados do Centro das Indústrias presentes no pleito em 9 de junho. Quero conclamar os meus companheiros a prosseguirmos, por mais três anos, dando continuidade, com muito orgulho, ao trabalho realizado, que apesar da pandemia está em um bom nível de desenvolvimento e equilibrado financeiramente”, disse. AS NOVAS DIRETORIAS FIERGS Presidente Gilberto Porcello Petry Vice-Presidentes Arildo Bennech Oliveira, Cezar Luiz Müller, Cláudio Affonso Amoretti Bier, Gilberto Ribeiro, José Alfredo Laborda Knorr e Ricardo Lins Portella Nunes Diretores Adair Angelo Niquetti, Alexandre Bittencourt De Carli, Amadeu Pedrosa Fernandes, Antonio Mary Ulrich, Aquiles Dal Molin Junior, Airton Zoch Viñas, Carla Carnevali Gomes, Darcio Klaus, Delorges Antonio Horta Duarte, Élio Jorge Coradini Filho, Ervino Ivo Renner, Gerson Albano Haas, Gilberto Brocco, Gilberto Pedrucci, Hernane Kaminski Cauduro, Iro Schünke, Joni Alberto Matte, Jorge Romeu Ritter, José Augusto Peter Vaniel, José Zagonel, Juarez José Piva, Júlio Carlos Cardoso Kirchhof, Marlos Davi Schmidt, Nelson Eggers, Nerison Antônio Paveglio, Newton Mario Battastini, Norberto Luiz Pasqualotto, Renato Klein, Ricardo Coelho Michelon, Ricardo José Wirth, Roberto Rene Machemer, Roque Noschang, Serafim Gabriel Quissini, Sérgio Bolzan Panerai, Sérgio de Bortoli Galera, Ubirajara Terra, Volnei Luiz Sebben e Walter Rudi Christmann Conselho Fiscal Gelson de Oliveira, Reomar Angelo Slaviero, Silvio Colombo, Gilberto Luiz Bortoluzzi, João Altair dos Santos e José Roberto Fraga Goulart Delegados CNI Gilberto Porcello Petry, Gilberto Ribeiro, André Meyer da Silva, José Antonio Fernandes Martins CIERGS Presidente Gilberto Porcello Petry Vice-Presidentes André Bier Gerdau Johannpeter, José Agnelo Seger, Marcos Odorico Oderich, Maristela Cusin Longhi, Mauro Gilberto Bellini e Thômaz Nunnenkamp Vice-Presidentes Regionais Alexandre Guerra, Celso Theisen, Flavio Haas, Iraní Tadeu Cioccari, Jaime Lorandi, Jairo Alberto Zandoná, Mauricio Harger, Otto Trost, Tiburcio Aristeu Grings, Torquato Ribeiro Pontes Netto Diretores Ademar de Gasperi, Aderbal Fernandes Lima, Adriano Tollens Cauduro, Alfeu Strapasson, Angelo Garbarski, Aristides Inácio Vogt, Arlindo Paludo, Claudino João José Simon, Cláudio Guenther, Daniel Martin Ely, Daniela Aesse Kraemer, Edilson Luiz Deitos, Edson D'Arrigo, Erasmo Carlos Battistella, Felipe Fuga Roso, Fernando José Ruschel Justo, Geraldo José Alexandrini, Guilherme Scozziero Neto, Ivânio Angelo Arioli, Jaime Bellicanta, Jorge Luiz Buneder, José Carlos Estefenon, José Luis Korman Tenenbaum, Júlio Eggers, Julio Ricardo Mottin Neto, Luiz Felipe Schiavon ,Paola Maria Vianna Reginatto, Rafael Gustavo Araujo Ribeiro, Rodrigo Holler Petry, Rui Mendonça, Vittório Antônio da Silva Ardizzone, Volker Lübke e Walter Rauen de Souza Conselho Fiscal Carlos Weinschenck de Faria, José Luiz Bozzetto, Lindonor Peruzzo, Lisandro Rocha dos Santos, Oscar Alberto Raabe e Marcus Coester Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | JUN . 2020

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SindiTabaco completa 73 anos de atuação

Junho 2020 – Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) completa, na próxima quarta-feira, 73 anos de atividades. Com sede em Santa Cruz do Sul (RS), polo de produção e beneficiamento de tabaco no Brasil, o sindicato tem como principais focos a comunicação, os assuntos regulatórios e a sustentabilidade do setor. "Representar os interesses comuns de nossas 13 associadas é o que move o sindicato. Nesse sentido, nosso maior envolvimento está em ações promovidas na Região Sul, mas também participamos de discussões em âmbito nacional quando os temas interferem na cadeia produtiva, caso do contrabando e de assuntos regulatórios, bem como de responsabilidade social e ambiental", diz Iro Schünke, presidente da entidade desde 2006. Entre as ações do sindicato, destaque para o desenvolvimento e aprovação de uma vestimenta de colheita que assegure a saúde e segurança dos produtores, evitando a contaminação pela Doença da Folha Verde do Tabaco. Ainda na área da saúde e segurança do produtor, desde o ano 2000, o SindiTabaco promove um programa de coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos, anterior inclusive à legislação de 2002 que tornou obrigatória a devolução dos recipientes. Também há mais de duas décadas o sindicato desenvolve ações para o combate ao trabalho infantil. Recentemente, a entidade fundou o Instituto Crescer Legal que proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem. “As ações do setor se mostram marcos para o combate do trabalho infantil na região Sul do Brasil. O Instituto veio agregar ainda mais, com uma peça importante que ainda está escassa no campo para a juventude rural: oportunidades”, frisa Schünke, que também é diretor-presidente da entidade. DIRETORIA DO SINDITABACO - GESTÃO 2018/2021 Iro Schünke, presidente Edenir Gassen, vice-presidente de Secretaria Daniel de Moura Barbosa, vice-presidente de Finanças Valmor Thesing, vice-presidente de Relações Industriais (Recursos Humanos) Roberto Naue, vice-presidente de Assuntos Fiscais Carlos Roberto Vieira Palma, vice-presidente de Produção e Qualidade de Tabaco Guatimozin Santos de Oliveira Filho, vice-presidente de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Conheça o setor e as principais ações do SindiTabaco Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br