6 | AGO . 2020

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Avança utilização de práticas conservacionistas entre produtores de tabaco

Agosto 2020 – A evolução de práticas conservacionistas na produção de tabaco demonstra, a cada nova safra, a preocupação da cadeia produtiva com o solo. Pesquisa realizada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) demonstra que 76% dos produtores de tabaco utilizam sistemas como plantio direto e cultivo mínimo. Em 2010, eram 34%. Avança utilização de práticas conservacionistas entre produtores de tabaco No cultivo mínimo, o produtor mobiliza o mínimo possível o solo, protegendo parcialmente a sua superfície com resíduos da cultura anterior ou a biomassa resultante dos cultivos de cobertura, com o objetivo de diminuir os riscos de erosão. Já o plantio direto na palha é o sistema de cultivo mais eficiente na proteção do solo. Consiste em evitar o revolvimento do solo, preservando integramente a palhada dos cultivos de cobertura sobre a sua superfície. Visto como um fundamento básico de sustentabilidade pela indústria de tabaco, o uso de práticas conservacionistas tem crescido a cada ano, com o trabalho das equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco. “A orientação técnica tem sido de inestimável importância na difusão destas tecnologias e um aliado permanente para o crescimento desta estatística. A expectativa é que mais produtores se mobilizem em torno da adoção destas boas práticas agrícolas, benéficas não apenas para o solo e o meio ambiente, mas para o próprio produtor, uma vez que a mão de obra também diminui”, afirma o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. Segundo o assessor técnico da entidade, o engenheiro agrônomo, Darci José da Silva, nos últimos anos tem sido possível constatar um abandono progressivo das práticas tradicionais de preparo e manejo do solo, como a lavração, gradagem, excesso de cultivações e capinas. Ele explica que um dos fatores de significativa contribuição no avanço das práticas conservacionistas tem sido a evolução dos cultivos de cobertura do solo, decorrentes da maior diversificação de espécies utilizadas. “Atualmente, as espécies mais utilizadas, além das aveias, ervilhacas e da mucuna, estão sendo o milheto, braquiárias, crotalárias e nabo forrageiro. Esses cultivos caracterizados pela excelente produção de biomassa, também apresentam exuberante sistema radicular, atuando diretamente na reestruturação do perfil do solo e na formação de um ambiente mais adequado à proliferação dos micro-organismos necessários à ação benéfica do seu intemperismo. A partir daí, sistemas de cultivos sustentáveis como o plantio direto na palhada e cultivo mínimo vêm tendo sua utilização mais facilitada e difundida entre técnicos e produtores”, explica Silva. Motivos para utilizar práticas conservacionistas 

  • Menor perda de solo em decorrência da ação dos agentes erosivos, principalmente as enxurradas;
  • Melhoria das características físicas e biológicas do solo devido à sua proteção de forma mais intensiva e permanente por meio dos cultivos e cobertura;
  • Recuperação da fertilidade natural do solo decorrente da redução das perdas de nutrientes;
  • Aumento dos índices de produtividade dos cultivos comerciais;
  • Redução tangível da demanda de mão-de-obra de preparo do solo e cultivações, gerando como consequência uma diminuição expressiva dos custos de produção;
  • Maior comodidade operacional nas áreas sistematizadas e protegidas por práticas conservacionistas;
  • Evolução tecnológica dos métodos e procedimentos agrícolas.
OUTRAS PRÁTICAS – Alguns produtores que continuam utilizando o sistema convencional de preparo do solo adotam outras práticas conservacionistas como terraceamento, cultivos de cobertura, camalhões largos e altos e plantio em nível, que funcionam como mecanismo de proteção em relação ao escoamento das águas das chuvas, reduzindo a sua velocidade e seu potencial erosivo. Outra forma de proteger o solo é através da preservação da mata ciliar, localizada no entorno de nascentes e nas margens dos cursos d’água. Além disso, como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco.  Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituindo-se em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades. Foto: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho -
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3 | AGO . 2020

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Tabaco brasileiro aguarda parecer da China para ser embarcado

Agosto 2020 – Devido à pandemia, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC)Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque. O encerramento oficial das atividades ocorreu na última sexta-feira, 31 de julho, por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA e UNISC. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu a reunião. “Dizer que estamos chegando ao final deste processo em um ano atípico e cheio de desafios como este já é uma grande vitória, o que só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas nesse processo. A China é um dos maiores importadores do tabaco brasileiro, ajudando a fortalecer cada vez mais toda a cadeia produtiva no País. Ficamos satisfeitos que em 2020 houve um acréscimo no volume comprado, ou seja, mais tabaco foi comprado comparativamente que o ano passado e esperamos que isso seja uma curva ascendente”, ressaltou Schünke. Roque Danieli, da Superintendência do MAPA no RS, apresentou o resultado das análises realizadas e que serão despachadas à China para parecer final. Segundo ele, foram 58 amostras coletadas nos lotes de tabaco processados por sete empresas. “Todas cumpriram os requisitos sanitários e não foram detectadas pragas quarentenárias constantes no protocolo”, informou. Daniele também comentou que técnicos do MAPA têm realizado inspeções no campo para averiguar o uso de agrotóxicos. “Percebemos que os produtores de tabaco não estão utilizando nenhum produto fora daqueles registrados e autorizados pelo MAPA. É o setor que menos tem tido problemas no assunto de defensivos, muito em função da PI Tabaco que teve a participação do MAPA na sua implementação. Temos verificado que ao longo dos anos a qualidade do tabaco vem melhorando e, considerando que esse é um trabalho das equipes de campo, salientamos que esse trabalho deve continuar, uma vez que é também um relevante fator para o comércio internacional”, ressaltou. A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont, destacou que a inspeção é apenas uma parte do trabalho que vem sendo realizado e muito importante para a Região Sul do País. Dupont explicou que foram 40 dias de intenso trabalho avaliando o tabaco processado para poder entregar os laudos dentro do prazo, destacando que não foram encontradas estruturas viáveis de pragas quarentenárias, o que deve resultar na autorização de embarque do produto pelas autoridades chinesas. Izabela Mendes Carvalho, chefe da divisão de programas especiais do Ministério da Agricultura em Brasília, parabenizou a todos pelo excelente trabalho. “Este é um trabalho conjunto e que viabilizou por mais um ano a exportação do tabaco brasileiro para a China, cumprindo com todas as exigências sanitárias do mercado chinês. Os inspetores da GACC e representantes comerciais não puderam vir ao Brasil devido às circunstâncias e agradecemos pela confiança no Ministério da Agricultura que ficou encarregado pela coleta, monitoramento e todo o processo de certificação fitossanitária. Esclarecemos que todos os procedimentos foram rigorosos no sentido de garantir a segurança do tabaco a ser exportado”, concluiu. Izabela informou ainda que nesta segunda-feira, 03 de agosto, “todos os documentos serão encaminhados para a China para que possam ser analisados e processados da forma mais rápida possível”. Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), informou que o objetivo agora é conseguir o mais rápido possível o resultado da GACC. “Depende do órgão chinês a aprovação para embarcar para a China. Temos mais uma etapa pela frente e esperamos que esse momento de embarque se concretize o mais rápido possível”, comentou o executivo. A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados. Em 2019, voltou à segunda colocação, com US$ 383 milhões.   PARA SABER - O tabaco representou 0,95% do total de exportações brasileiras e 4,84% dos embarques da Região Sul de 2019. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,62% do total das exportações. Infográficos da cadeia produtiva do tabaco

5 maiores importadores do tabaco brasileiro

(Fonte: Ministério da Economia) 

 

Ranking  

2017  

2018  

2019 

 

Bélgica / US$ 342 mi

Bélgica / US$ 446 mi

Bélgica / US$ 526 mi

 

China / US$ 276 mi

EUA / US$ 190 mi

China / US$ 383 mi

 

EUA / US$ 198 mi

China / US$ 165 mi

EUA / US$ 189 mi

 

Itália / US$ 120 mi

Indonésia / US$ 125 mi

Indonésia / US$ 106 mi

 

Indonésia / US$ 105 mi

Egito / US$ 112 mi

Rússia / US$ 77 mi

Mais imagens em alta: https://lion.box.com/s/jvdh6iomk2evo7on7b4g0q6zftuzt835 Crédito: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

24 | JUL . 2020

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Embalagens vazias de agrotóxicos serão recolhidas em 65 municípios gaúchos

Julho 2020 – A partir da próxima segunda-feira, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre duas regiões gaúchas: de 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Prestes a completar 20 anos em outubro, o programa já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens e contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. “Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores”, destaca Carlos Sehn, coordenador do programa. Região Serra Planalto RS – 27 de julho a 10 de agosto Água Santa, Anta Gorda, Arvorezinha, Casca, Ciríaco, Coqueiro Baixo, David Canabarro, Dois Lageados, Doutor Ricardo, Espumoso, Fontoura Xavier, Gentil, Guaporé, Ibiraiaras, Ilópolis, Ipê, Itapuca, Marau, Montauri, Muçum, Muliterno, Nova Alvorada, Nova Bassano, Pouso Novo, Protásio Alves, Putinga, Relvado, Santo Antônio do Palma, São Domingos do Sul, São Jorge, São José do Herval, São Valentim, Serafina Corrêa, Soledade União da Serra, Vanini, Vespasiano Corrêa, Vila Lângaro e Vila Maria. Região Sul RS – 12 de agosto a 28 de outubro Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Butiá, Camaquã, Canguçu, Cerrito, Cerro Grande do Sul, Chuvisca, Cristal, Dom Feliciano, Encruzilhada do Sul, Guaíba, Mariana Pimentel, Morro Redondo, Pelotas, Piratini, Rio Grande, São Jerônimo, São Lourenço do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tapes e Turuçu. SAIBA MAIS

  • Criado em outubro de 2000, o programa é anterior à legislação que determina a devolução das embalagens às suas respectivas origens – Decreto 4.074, de 04 de janeiro de 2002.
  • Quem adere ao programa e entrega as embalagens tríplices lavadas, ganha recibos, fundamentais para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental.
  • Mais de 90% das embalagens são recicladas e usadas na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros.
Roteiros completos disponíveis no site www.sinditabaco.com.br Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

23 | JUL . 2020

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SindiTabaco expõe cenário do setor em audiência pública

Julho 2020 – O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou de audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para debater a política do preço do tabaco e o cenário do setor. Presidida pelo deputado Elton Weber, contou com a participação de empresas, representação dos produtores e deputados estaduais da Região Sul. Em sua fala, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, lembrou os participantes que o SindiTabaco não participa de temas como preço e comercialização do tabaco. “Isso é feito diretamente entre empresas e produtores, mas me foi solicitado para contextualizar o cenário do setor no Brasil e no mundo e quero reforçar a importância da participação política na proteção deste setor produtivo. Preservar os empregos, a renda e as divisas precisa ser o grande objetivo”, comentou o executivo. Segundo Schünke, está havendo uma redução gradual do consumo de cigarros, mas mesmo assim cerca de 5,3 trilhões de cigarros são consumidos anualmente. Na área da produção, 5 milhões de toneladas de tabaco são produzidas no mundo, cerca de 600 a 650 mil produzidas somente no Brasil. “A produção precisa estar adequada à demanda. E sempre mantendo a qualidade, a integridade e a sustentabilidade do produto. Nesse sentido, algumas empresas já atuam com a certificação da Produção Integrada do Tabaco”, citou. Schünke passou alguns números do setor no Brasil e no estado gaúcho. “Para o Rio Grande do Sul, o tabaco é ainda mais importante, considerando que 84% do volume é exportado pelo Porto do Rio Grande”, comentou, citando ainda que as exportações têm apresentado queda em comparação com o ano anterior, especialmente em dólares, o que demonstra uma queda na qualidade do produto. Outro ponto que afeta a cadeia produtiva do tabaco, o contrabando esteve entre os temas citados pelo executivo. “A questão do mercado ilegal impacta muito as empresas brasileiras, uma vez que a diferença da carga tributária dos cigarros brasileiros e paraguaios desequilibra a concorrência e estimula o contrabando, além de contribuir para uma significativa evasão fiscal, considerando que o consumo do produto ilegal já supera o produto legal”, concluiu Schünke em sua participação. Números do setor do tabaco Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | JUL . 2020

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Vale do Rio Pardo segue representado na diretoria da FIERGS

Julho 2020 – Ao renovar seu mandato frente à Federação e o Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), o presidente Gilberto Porcello Petry disse que continua otimista, apesar do momento difícil pelo qual o Brasil passa em função da pandemia do coronavírus. Junto com Gilberto Petry tomaram posse também as novas diretorias da FIERGS e do CIERGS em cerimônia realizada virtualmente nesta segunda-feira, 20 de julho. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, foi um dos diretores empossados para a gestão 2020/2023 da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Schünke faz parte da diretoria da FIERGS desde 2008. Seguindo os protocolos de segurança em saúde, apenas Petry e os vice-presidentes estiveram na sede da FIERGS para a cerimônia, que contou com as participações por vídeo do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e do governador Eduardo Leite. Petry reiterou ser a indústria defensora do equilíbrio entre o isolamento social e uma dinâmica estável das atividades econômicas durante a crise do coronavírus. “Caso o isolamento perdure por mais tempo, ao final da crise vamos apenas recolher os fragmentos de empresas e de empregos, em meio a um formidável colapso econômico com brutal redução da receita fiscal”, observou. O presidente da FIERGS, porém, vê estímulos para o Brasil continuar a avançar, como o novo marco legal do saneamento aprovado pelo Congresso Nacional, e a já pautada reforma tributária. “Mas mais dois temas precisam fazer parte do debate nacional: a esquecida Reforma Administrativa, e a essencial Reforma Política”, frisou. Petry agradeceu a quem aceitou integrar as Diretorias da FIERGS e do CIERGS ao seu lado para a gestão 2020/2023. “Tive a distinção de ser reeleito para presidir as entidades nos próximos três anos. Agradeço a confiança depositada no meu nome pelas votações unânimes dos Sindicatos industriais e dos associados do Centro das Indústrias presentes no pleito em 9 de junho. Quero conclamar os meus companheiros a prosseguirmos, por mais três anos, dando continuidade, com muito orgulho, ao trabalho realizado, que apesar da pandemia está em um bom nível de desenvolvimento e equilibrado financeiramente”, disse. AS NOVAS DIRETORIAS FIERGS Presidente Gilberto Porcello Petry Vice-Presidentes Arildo Bennech Oliveira, Cezar Luiz Müller, Cláudio Affonso Amoretti Bier, Gilberto Ribeiro, José Alfredo Laborda Knorr e Ricardo Lins Portella Nunes Diretores Adair Angelo Niquetti, Alexandre Bittencourt De Carli, Amadeu Pedrosa Fernandes, Antonio Mary Ulrich, Aquiles Dal Molin Junior, Airton Zoch Viñas, Carla Carnevali Gomes, Darcio Klaus, Delorges Antonio Horta Duarte, Élio Jorge Coradini Filho, Ervino Ivo Renner, Gerson Albano Haas, Gilberto Brocco, Gilberto Pedrucci, Hernane Kaminski Cauduro, Iro Schünke, Joni Alberto Matte, Jorge Romeu Ritter, José Augusto Peter Vaniel, José Zagonel, Juarez José Piva, Júlio Carlos Cardoso Kirchhof, Marlos Davi Schmidt, Nelson Eggers, Nerison Antônio Paveglio, Newton Mario Battastini, Norberto Luiz Pasqualotto, Renato Klein, Ricardo Coelho Michelon, Ricardo José Wirth, Roberto Rene Machemer, Roque Noschang, Serafim Gabriel Quissini, Sérgio Bolzan Panerai, Sérgio de Bortoli Galera, Ubirajara Terra, Volnei Luiz Sebben e Walter Rudi Christmann Conselho Fiscal Gelson de Oliveira, Reomar Angelo Slaviero, Silvio Colombo, Gilberto Luiz Bortoluzzi, João Altair dos Santos e José Roberto Fraga Goulart Delegados CNI Gilberto Porcello Petry, Gilberto Ribeiro, André Meyer da Silva, José Antonio Fernandes Martins CIERGS Presidente Gilberto Porcello Petry Vice-Presidentes André Bier Gerdau Johannpeter, José Agnelo Seger, Marcos Odorico Oderich, Maristela Cusin Longhi, Mauro Gilberto Bellini e Thômaz Nunnenkamp Vice-Presidentes Regionais Alexandre Guerra, Celso Theisen, Flavio Haas, Iraní Tadeu Cioccari, Jaime Lorandi, Jairo Alberto Zandoná, Mauricio Harger, Otto Trost, Tiburcio Aristeu Grings, Torquato Ribeiro Pontes Netto Diretores Ademar de Gasperi, Aderbal Fernandes Lima, Adriano Tollens Cauduro, Alfeu Strapasson, Angelo Garbarski, Aristides Inácio Vogt, Arlindo Paludo, Claudino João José Simon, Cláudio Guenther, Daniel Martin Ely, Daniela Aesse Kraemer, Edilson Luiz Deitos, Edson D'Arrigo, Erasmo Carlos Battistella, Felipe Fuga Roso, Fernando José Ruschel Justo, Geraldo José Alexandrini, Guilherme Scozziero Neto, Ivânio Angelo Arioli, Jaime Bellicanta, Jorge Luiz Buneder, José Carlos Estefenon, José Luis Korman Tenenbaum, Júlio Eggers, Julio Ricardo Mottin Neto, Luiz Felipe Schiavon ,Paola Maria Vianna Reginatto, Rafael Gustavo Araujo Ribeiro, Rodrigo Holler Petry, Rui Mendonça, Vittório Antônio da Silva Ardizzone, Volker Lübke e Walter Rauen de Souza Conselho Fiscal Carlos Weinschenck de Faria, José Luiz Bozzetto, Lindonor Peruzzo, Lisandro Rocha dos Santos, Oscar Alberto Raabe e Marcus Coester Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | JUN . 2020

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SindiTabaco completa 73 anos de atuação

Junho 2020 – Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) completa, na próxima quarta-feira, 73 anos de atividades. Com sede em Santa Cruz do Sul (RS), polo de produção e beneficiamento de tabaco no Brasil, o sindicato tem como principais focos a comunicação, os assuntos regulatórios e a sustentabilidade do setor. "Representar os interesses comuns de nossas 13 associadas é o que move o sindicato. Nesse sentido, nosso maior envolvimento está em ações promovidas na Região Sul, mas também participamos de discussões em âmbito nacional quando os temas interferem na cadeia produtiva, caso do contrabando e de assuntos regulatórios, bem como de responsabilidade social e ambiental", diz Iro Schünke, presidente da entidade desde 2006. Entre as ações do sindicato, destaque para o desenvolvimento e aprovação de uma vestimenta de colheita que assegure a saúde e segurança dos produtores, evitando a contaminação pela Doença da Folha Verde do Tabaco. Ainda na área da saúde e segurança do produtor, desde o ano 2000, o SindiTabaco promove um programa de coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos, anterior inclusive à legislação de 2002 que tornou obrigatória a devolução dos recipientes. Também há mais de duas décadas o sindicato desenvolve ações para o combate ao trabalho infantil. Recentemente, a entidade fundou o Instituto Crescer Legal que proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem. “As ações do setor se mostram marcos para o combate do trabalho infantil na região Sul do Brasil. O Instituto veio agregar ainda mais, com uma peça importante que ainda está escassa no campo para a juventude rural: oportunidades”, frisa Schünke, que também é diretor-presidente da entidade. DIRETORIA DO SINDITABACO - GESTÃO 2018/2021 Iro Schünke, presidente Edenir Gassen, vice-presidente de Secretaria Daniel de Moura Barbosa, vice-presidente de Finanças Valmor Thesing, vice-presidente de Relações Industriais (Recursos Humanos) Roberto Naue, vice-presidente de Assuntos Fiscais Carlos Roberto Vieira Palma, vice-presidente de Produção e Qualidade de Tabaco Guatimozin Santos de Oliveira Filho, vice-presidente de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Conheça o setor e as principais ações do SindiTabaco Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

10 | JUN . 2020

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Setor do tabaco é destaque no combate ao trabalho infantil há mais de 20 anos

Junho 2020 – Enquanto muitos setores ainda engatinham no combate ao trabalho infantil, o setor do tabaco encara o problema há mais de duas décadas. O assunto ganha destaque nesta sexta-feira, 12 de junho, pela passagem do Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, data instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002. No setor do tabaco, quase quatro anos antes da criação da data, já haviam trabalhos consolidados para prevenção do trabalho infantil nas lavouras. Em 25 de novembro de 1998, o programa “O Futuro é Agora!” reuniu entidades representativas das indústrias e dos produtores de tabaco que formalizaram um pacto para combater o trabalho infantil, iniciativa considerada o marco inicial de uma série de ações. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o tabaco está muitos passos à frente de outros setores do agronegócio quando o assunto é proteção da criança e do adolescente. “Proteger a infância e criar oportunidades à juventude rural é um dos pilares do trabalho do SindiTabaco junto às empresas associadas. É um trabalho de conscientização de muitos anos e que culminou na iniciativa do Instituto Crescer Legal”, comenta o executivo. De lá para cá, o trabalho continuou sendo intensificado para ampliar a atuação e para atender normas legais que foram surgindo. Em 2008, a assinatura do Termo de Compromisso pelas empresas associadas ao SindiTabaco com anuência do sindicato e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), perante o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS), formalizou as ações de combate ao trabalho infantil na produção do tabaco. E em março de 2011, acordo semelhante foi assinado com o Ministério Público do Trabalho de Brasília, com aplicação em Santa Catarina e no Paraná. As indústrias passaram a exigir atestado de matrícula e comprovante de frequência escolar das crianças e adolescentes que vivem em propriedades dos produtores integrados. Seminários de conscientização e campanhas publicitárias reforçaram os cuidados. Também em 2011, para adequação ao Decreto nº 6.481, de 12 de junho de 2008 (que proibiu o trabalho na agricultura até os 18 anos), o então “O Futuro é Agora!” passou a ser chamado Programa Crescer Legal. A partir daí, houve ampliação na proposta de trabalho conjunto com as prefeituras e redes de educação para a proteção da infância e adolescência. Um dos marcos foi o treinamento, em 2012 e com participação da OIT, dos mais de 1,2 mil orientadores de campo das empresas de tabaco para que estimulassem a educação dos filhos dos produtores, mantendo-os longe do trabalho irregular. E, em 23 de abril de 2015, um novo passo foi dado com a criação do Instituto Crescer Legal. Iniciativa do SindiTabaco, a entidade foi fundada por pessoas físicas ligadas à agricultura, à educação e aos direitos da criança e do adolescente e é mantido por indústrias do setor de tabaco. O Instituto proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem. Saiba mais em www.crescerlegal.com.br Fotos: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

26 | MAIO . 2020

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Programa retoma atividades de logística reversa no Centro Serra gaúcho

Maio 2020 – Depois de ser temporariamente suspenso por conta da Pandemia de COVID-19, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos retoma as atividades no dia 1° de junho. Com o retorno das ações, serão atendidos 23 municípios da Região Centro Serra do Rio Grande do Sul que constavam no roteiro cancelado em função da pandemia. Na próxima segunda-feira, o recebimento acontece em sete localidades de Passa Sete. No dia 2, as equipes percorrem outras quatro comunidades do município e circulam ainda em quatro localidades de Sobradinho. Para o dia 3, a coleta continua em quatro pontos de Sobradinho e em três locais no município de Segredo. Já de 8 a 10 de junho, o recebimento percorre outras dez localidades de Segredo e os pontos de coleta em Ibarama e Lagoa Bonita do Sul. A partir de 15 de junho, a coleta de recipientes vazios continuará em mais três localidades de Lagoa Bonita do Sul e atenderá também os produtores de Arroio do Tigre, Estrela Velha e Salto do Jacuí, Tunas, Lagoão, Jacuizinho, Campos Borges, Herveiras e Sinimbu. De 2 a 7 de julho será a vez de Gramado Xavier, Canudos do Vale e Forquetinha. Em Barros Cassal a coleta vai de 8 a 14 de julho; na sequência, as equipes abrangerão os produtores de Marques de Souza, Progresso, Travesseiro e Boqueirão do Leão, encerrando o roteiro no município de Sério, no dia 22 de julho. Segundo o coordenador do programa, Carlos Sehn, a pausa foi necessária para adequação das equipes de trabalho às novas regras de distanciamento social, bem como para a comunicação aos produtores que devem comparecer aos pontos de coleta fazendo uso de máscara facial. “As equipes da Agrovete, empresa terceirizada que realiza a coleta das embalagens, adotarão todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores. Os técnicos das empresas de tabaco estarão nos pontos de coleta para auxiliar e orientar os produtores em relação aos cuidados a serem observados”, destaca Sehn. O roteiro completo está disponível no site do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) que promove a ação em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Prestes a completar 20 anos, em outubro, o programa contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Acesse o roteiro completo SAIBA MAIS

  • O Programa é anterior à legislação que determina a devolução das embalagens às suas respectivas origens. Criado no ano 2000, antecedeu o Decreto 4.074, de 04 de janeiro de 2002.
  • Beneficia 120 mil produtores, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades.
  • Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.
  • Em 19 anos, já foram coletadas mais de 16,5 milhões de embalagens;
  • Quem adere ao programa e entrega as embalagens tríplices lavadas, ganha recibos, fundamentais para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental.
  • Mais de 90% das embalagens são recicladas e usadas na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros.
Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

20 | MAIO . 2020

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Diversificação completa 35 anos gerando renda extra aos produtores de tabac

Maio 2020 – Enquanto uma nova safra de tabaco começa a ser semeada na Região Sul do Brasil, os resultados da safrinha são contabilizados pelos produtores que aderiram ao Programa Milho, Feijão e Pastagens. Em 2020, quando a iniciativa completa 35 anos, o plantio de grãos e pastagem após a colheita do tabaco representou o incremento de R$ 634,2 milhões na renda dos produtores. Segundo o levantamento feito pelo SindiTabaco, as estimativas apontam redução de R$ 5,8 milhões na receita total em relação a 2019, quando o resultado foi de R$ 640 milhões. No Rio Grande do Sul, o impacto negativo foi maior, com renda total caindo de R$ 400 milhões (em 2019) para R$ 297,4 milhões, principalmente em razão da forte estiagem que afeta o Estado nos últimos meses. Em Santa Catarina, o rendimento subiu de R$ 130 milhões (em 2019) para R$ 205,2 milhões. E no Paraná o aumento foi de R$ 110 milhões para R$ 131,5 milhões. No geral, área plantada foi menor que em 2019, em torno de 14%. Mas compensada em parte pela maior produtividade no Paraná e principalmente pelos preços médios maiores. Na avaliação do presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os números do programa mostram a importância do cultivo de uma segunda safra. “Diversificar é sempre uma boa opção para o produtor, pois lhe permite ter seus ganhos distribuídos em mais atividades. No caso deste programa, ao produzir na safrinha, o produtor consegue uma renda extra com menor custo”, comenta o executivo. Outra conclusão apresentada pelos números dos últimos anos é a substituição gradual do cultivo de feijão na resteva do tabaco por soja. Em 2020, foram cultivados 12.878 hectares com feijão, 89.530 com milho, 15.832 com soja e 35.030 hectares com pastagens. Em relação aos volumes deste ano, os cultivos na resteva do tabaco renderam 21.768 toneladas de feijão, 650.288 toneladas de milho e 43.692 toneladas de soja. O levantamento apontou ainda um aumento no cultivo de pastagens para alimentação dos animais: nos três estados sul-brasileiros, 35.030 hectares foram utilizados para pastagem em 2020, contra 31.443 hectares no ano anterior. SAIBA MAIS - A ação é conduzida pelo SindiTabaco com apoio de entidades e dos governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uma das vantagens é a redução dos custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas. Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Cibele Gandolpho - cibele.gandolpho@mslgroup.com - (11) 3169-9331 / (11) 96477-2701 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br