13 | ABR . 2021

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Por que é importante conservar o solo?

Abril 2021 – Esta quinta-feira, 15 de abril, é o Dia Nacional da Conservação do Solo, data criada para reflexão e conscientização da importância da correta utilização da terra e o debate sobre como evitar sua degradação. Os empreendedores do campo adotam cada vez mais as práticas conservacionistas por perceberem os benefícios, que vão desde o aumento na fertilidade e valorização da propriedade agrícola até a redução na necessidade de mão de obra. Para explicar sobre a importância de cuidar bem do solo, o blog Empreendedores do Campo entrevistou o engenheiro agrônomo e assessor Técnico do SindiTabaco, Darci José da Silva. Ele fala sobre as vantagens das técnicas de conservação, os tipos de práticas mais importantes e o levantamento anual realizado pelo SindiTabaco, que mostrou a crescente aplicação de técnicas conservacionistas nas propriedades produtoras de tabaco. Para o produtor rural, quais as vantagens de aplicar técnicas de conservação do solo?  Darci Silva: O solo, assim como a água, são bens naturais preciosos e constituem um patrimônio de inestimável valor para a sobrevivência da humanidade. Ambos são recursos finitos e deterioráveis se inadequadamente utilizados. No caso mais específico dos solos, um dos fatores que mais ameaçam a sua integridade e preservação é a erosão. Existem vários tipos de erosão, mas a mais preocupante é erosão hídrica, provocada pelas chuvas torrenciais e enxurradas, podendo resultar em grandes perdas de solo e de sua capacidade produtiva. De forma concomitante favorece o aporte de sedimentos no leito dos rios, causando assoreamento e contaminação das águas. Além disso gera ainda a degradação dos ecossistemas, estando associada às questões ambientais, econômicas e sociais, fundamentos imprescindíveis para a promoção da sustentabilidade. É nesse momento que surge a necessidade imperiosa do uso das práticas conservacionistas, as únicas capazes de assegurar a produção agrícola sustentável, de modo a permitir que as futuras gerações recebem um legado potencialmente protegido para a crescente demanda global por alimentos. Um estudo recente da FAO demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Ora, isso já não é mais admissível numa civilização que se considera avançada no uso de tantas tecnologias. Os solos mais suscetíveis à erosão estão situados nas regiões tropicais e subtropicais do globo, onde ocorrem chuvas mais intensas e frequentes, temperaturas mais elevadas e dias mais longos. Esses solos precisam ser protegidos de forma permanente e terem sua superfície sempre coberta, tanto por meios dos cultivos agrícolas comerciais, quanto através dos cultivos de cobertura do solo durante os períodos de intervalo entre as safras. Assim, práticas tradicionais como lavração e discagem do solo já são consideradas ultrapassadas. As ações sustentáveis requerem o mínimo de mobilização do solo e substituição dos métodos tradicionais por outros como o Cultivo Mínimo e, principalmente, o Plantio Direto na Palhada. É imprescindível implantar os cultivos de cobertura como forma de produzir a biomassa para ser transformada em palhada de proteção do solo. Eventualmente, em solos ainda compactados pelos sistemas convencionais, uma boa subsolagem é recomendada e, dependendo dos resultados da análise periódica do solo, agregar uma calagem para corrigir a sua acidez.        Quais os tipos mais importantes de práticas conservacionistas do solo?  Darci Silva: Atualmente são os cultivos de cobertura para formação de palhadas, os quais, através do seu sistema radicular abundante, promovem a restruturação do solo, melhorando as suas características físicas e biológicas. Solos protegidos por palhada minimizam os impactos da erosão e permitem uma infiltração mais eficiente da água no seu perfil, suavizando os efeitos das estiagens. Complementarmente, também é indispensável o plantio em nível (contorno) e a implantação dos cultivos de cobertura sobre “camalhões altos de base larga”, comprovado através de estudos da Embrapa com importante prática conservacionista. Dependendo da declividade do solo a ser cultivado, o uso de terraços continua sendo um método necessário e recomendado. Qual a técnica de cultivo mais apropriada para a lavoura de tabaco?  Darci Silva: Entendo que não devemos recomendar tecnologias isoladas. A preservação do solo e a produção sustentável são alcançadas com mais êxito por meio do uso de práticas integradas – plantio em nível, cultivos de cobertura e plantio direto na palhada. Além do aspecto conservacionista, esses procedimentos geram redução de outras operações nas lavouras, promovendo diminuição da demanda de mão de obra e a consequente redução dos custos de produção. Como resultado, amplia-se o potencial de aumento da rentabilidade na produção de tabaco e também em outros cultivos comerciais subsequentes.     O SindiTabaco faz o levantamento anual do uso de técnicas conservacionistas nas propriedades produtoras de tabaco. Quais os resultados percebidos nos últimos anos?  Darci Silva: O SindiTabaco realiza esse levantamento junto às suas associadas e estas coletam os dados com seus produtores integrados, com abrangência sobre os três Estados do Sul. Esse tipo de estatística teve início em 2007 e foi realizado anualmente até 2011. A partir desse período o levantamento foi temporariamente interrompido, tendo retornado em 2014 e com a periodicidade de dois anos. Quando o trabalho foi iniciado, o sistema Convencional de preparo e manejo do solo era utilizado em 83% das lavouras de tabaco. A partir daí e graças aos avanços tecnológicos desenvolvidos pelas áreas de Pesquisa e Assistência Técnica das empresas associadas, esse cenário foi sendo transformado. Em 2014 os procedimentos conservacionistas (Cultivo Mínimo e Plantio Direto) já representavam 65% das áreas de produção de tabaco. E esse processo evolutivo não parou por aí, tendo alcançado a marca de 76% segundo o último levantamento feito em 2020. A próxima etapa de avaliação desse programa será em 2022. Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

31 | MAR . 2021

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Instituto Crescer Legal renova parceria com sete municípios

Março 2021 – Em 2020, o Instituto Crescer Legal precisou fazer ajustes significativos no formato do seu curso de Gestão Rural e Empreendedorismo em razão da pandemia. As atividades presenciais realizadas no contraturno escolar foram substituídas por um modelo de aprendizado remoto. Ainda no final do ano, a entidade aprovou junto às empresas associadas que contratam os aprendizes e aos municípios parceiros a realização de um curso complementar em 2021 para os mesmos jovens aprendizes de 2020, proporcionando as vivências que não foram possíveis com as atividades remotas. Em 2020, 141 jovens foram atendidos. Mensalmente, os aprendizes receberam Planos de Estudos que contemplaram a carga horária mínima prevista no curso. O material foi estruturado a partir dos conteúdos do curso de gestão rural e empreendedorismo. Em 2021, pelo menos 136 adolescente terão contrato de trabalho como jovens aprendizes junto às indústrias associadas do Instituto. Os aprendizes são oriundos de sete municípios que renovaram a parceria com o Instituto e oferecem apoio logístico e de alimentação, bem como a cedência de um espaço para a realização das atividades. São eles: Boqueirão do Leão, Canguçu, Cerro Branco, Herveiras, Passo do Sobrado, Santa Cruz do Sul e Sinimbu. Em Canguçu, um ato virtual organizado pela prefeitura oficializou a renovação da parceria entre o município e o Instituto nesta segunda-feira, 22 de março. “Aqui no município os participantes são em sua maioria filhos de produtores de tabaco. E essa iniciativa destaca a responsabilidade social desta cadeia produtiva. O modelo criado pelo Instituto é um exemplo para outros setores do agronegócio, de fortalecimento e de criação de oportunidades para auxiliar os municípios a se desenvolverem cada vez mais”, comentou Pegoraro. No município serão 23 jovens participantes do curso complementar que terá um total de 800 horas. Para o vice-prefeito e secretário de Educação, Esporte e Cultura de Canguçu, Cledemir de Oliveira Gonçalves, é uma oportunidade de qualificação e de muito aprendizado para os jovens rurais, mas também de combate ao trabalho infantil no meio rural. “Ao levar o Instituto para a região Sul do Estado, tínhamos a preocupação em relação à distância da nossa sede, localizada em Santa Cruz do Sul. Mas essa questão rapidamente se dissipou pela dedicação do executivo municipal em relação à educação. A pandemia foi um entrave para o relacionamento presencial, mas muito foi feito e exemplo disso foi o piloto de Boas Práticas em Empreendedorismo na Educação que foi possível com a iniciativa da prefeitura. A mensagem que deixamos aos jovens que vão participar do curso é o desejo que abracem essa oportunidade com muita dedicação”, diretor Administrativo do Instituto Crescer Legal, Sergio Rauber. O educador de referência da turma de Canguçu, Adriano Emmel, discorreu sobre as práticas do curso e acredita que será um ano para aprofundar conhecimentos. “Nossa expectativa é de que os jovens possam ter vivências presenciais em algum momento durante o ano. O cenário ainda exige uma retomada virtual, mas torcemos para que com o avanço da vacinação a retomada presencial aconteça em breve”, avalia Emmel. Taissa Beiersdorff Böhlke, jovem aprendiz da turma de Canguçu em 2020, vai realizar o curso complementar. “O Instituto nos deu mais uma oportunidade, depois de um ano desafiador em que a gente se manteve conectado e não deixamos de aprender. A expectativa só aumenta, nosso desejo é aprender sempre mais”, relatou. SAIBA MAIS – Iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, o Instituto Crescer Legal tomou forma em 2015 com o apoio e adesão de pessoas envolvidas com a educação e com o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas com plantio de tabaco, na Região Sul do País. Desde 2016, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural já beneficiou 474 jovens rurais de 11 municípios gaúchos. O Programa é pioneiro ao oferecer aprendizagem profissional sem sair do campo e da escola, formando adolescentes no curso de gestão rural e empreendedorismo. De acordo com a Lei de Aprendizagem, recebem salário proporcional a 20 horas semanais – a carga horária do curso, que ocorre no contraturno escolar – e ao final são devidamente certificados. No entanto, ao invés de trabalharem nas empresas, os aprendizes de 14 a 17 anos realizam suas atividades teóricas nas escolas sede e as práticas tanto no ambiente do curso como em suas comunidades, com mais motivação e condições para a produção do conhecimento. Para participar, o aprendiz precisa frequentar a escola regular. Com isso, os adolescentes ocupam seu dia no curso e na escola, longe de tarefas impróprias para a idade. Conheça mais sobre as ações do Instituto em: www.crescerlegal.com.br. Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

18 | MAR . 2021

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Para não contar só com o clima, produtores investem na fertirrigação

22 de março 2021, Dia Mundial da Água – Celebrada mundialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial da Água serve como um alerta anual sobre a importância da conservação e proteção deste importante recurso natural. Enquanto nas zonas urbanas a conscientização quanto ao desperdício é uma das principais formas de preservar a água, no campo a água potável para beber e para higiene pessoal não é a única preocupação: as lavouras também dependem da água e ela nem sempre cai do céu. São várias as opções de irrigação para atender às mais diversas práticas agrícolas e sistemas de cultivo. No caso das lavouras de tabaco, as indústrias estão incentivando os produtores a adotarem formas de irrigação que sejam mais adequadas às realidades de cada propriedade com o propósito de minimizar eventuais prejuízos. Por exemplo, na safra 2020/2021 em que a falta de chuvas foi problema em muitas regiões, houve uma percepção ainda maior de que investimentos em irrigação são essenciais. Enquanto alguns produtores tiveram quebra de produção por causa da seca, aqueles que utilizaram a irrigação tiveram safras normais e até superiores às expectativas. No tabaco, a tecnologia que vem despontando para mitigar o problema da falta de água é a fertirrigação. A técnica vem se tornando uma alternativa importante na agricultura por garantir os níveis de produção em épocas de estiagens. É um tipo de irrigação capaz de suprir as demandas hídricas das plantas em quantidade de água ideal e no momento certo para cada cultura, levando-se em consideração as condições de solo e de clima.  Segundo o assessor Técnico do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Darci José da Silva, trata-se de um sistema que realiza a irrigação e a adubação ao mesmo tempo, por meio de um sistema de gotejamento. “A fertirrigação consiste em um conjunto de mangueiras instaladas nas lavouras para gotejar a água e os fertilizantes necessários diretamente nas linhas de plantio e direcionadas às plantas, minimizando desperdícios. Na prática, a água da irrigação é usada também para transportar os fertilizantes e seus nutrientes diretamente aos locais necessários”, explica. As vantagens são várias: além de permitir maior eficiência no uso da água e dos fertilizantes, há também redução na demanda de mão de obra. “É importante ressaltar que a aplicação dos fertilizantes via água de irrigação difere da aplicação via solo por acelerar o ciclo dos nutrientes. A fertirrigação segue princípios conservacionistas porque exige pré-requisitos que garantem a sustentabilidade, como análise e correção do solo, plantio em nível e com camalhão, além dos cultivos de cobertura do solo, destinados à proteção e melhoria das suas características físicas e biológicas”, complementa Darci. O PRODUTOR RURAL CONTRIBUI COM A PRESERVAÇÃO DA ÁGUA QUANDO...   ...Preserva a mata nativa nas margens dos rios e arroios – A legislação ambiental vigente estabelece a proteção da vegetação ciliar situada ao longo dos cursos de água. São as APPs (Áreas de Preservação Permanente). O produtor que preserva uma faixa no contorno desses cursos contribui de forma decisiva para evitar o assoreamento e a degradação ambiental, além de promover a implantação de práticas sustentáveis. ...Mantém os animais longe das nascentes de água - Bovinos, aves e suínos pisoteiam, causam compactação do solo e as fezes contaminam a água. ...Adota o plantio direto – Entre as vantagens de não lavrar e gradear o solo, está o controle da erosão. Esse tipo de plantio é feito diretamente sobre a palhada, diminuindo as perdas de água por evaporação e por escoamento superficial, pois aumenta a capacidade de infiltração de água no solo e protege a sua superfície contra o impacto da gota de chuva. ...Opta por sistemas de irrigação que utilizam menos água – No tabaco, um sistema já usado por muitos produtores é o gotejamento, que permite o uso controlado da água com aproveitamento mais racional dos recursos hídricos. São instaladas mangueiras com micro perfurações, que direcionam a água ao solo e ao vegetal cultivado, diminuindo os níveis de desperdício e perdas por evaporação. Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

5 | FEV . 2021

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Editora Gazeta apresenta o Anuário Brasileiro do Tabaco 2020

Fevereiro 2021 – Editora Gazeta promoveu nesta sexta-feira, 05 de fevereiro, uma live para a divulgação do Anuário Brasileiro do Tabaco 2020. Com a participação de representantes do setor, líderes do agronegócio e autoridades, o lançamento foi conduzido pelo gestor de Conteúdo Multimídia da Gazeta, Romar Rudolfo Beling, que apresentou a 24ª edição da publicação. Com 132 páginas, o anuário atualiza as informações sobre produção e mercados e traça um panorama das ações ambientais, sociais e de parceria dessa cadeia produtiva, em textos em português e inglês. “Em virtude das restrições que já têm sido verificadas ao longo de 2020, e que seguem neste início de 2021, tivemos de adaptar, momentaneamente, essa ação de divulgação e compartilhamento do anuário”, frisa Beling. Além da edição impressa, que passa a ser distribuída, de forma dirigida, ao público do setor, o anuário pode ser acessado gratuitamente em formato digital, no site editoragazeta.com.br. Convidado a se manifestar, o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, falou aos participantes. “O Anuário acompanhou a toda a evolução da cadeia produtiva do tabaco, o que levou o Brasil ao ranking mundial de produção e exportação. É sempre importante reforçar a relevância do tabaco para o agronegócio brasileiro, a renda e os empregos gerados, bem como os tributos e divisas, e a publicação também é um espaço para demonstrar as ações de sustentabilidade para os nossos clientes, o que a torna estratégica para o negócio”, disse Schünke, cumprimentando o Grupo Gazeta por mais uma edição. Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

28 | JAN . 2021

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Alto Vale catarinense participa da correta destinação de embalagens de agrotóxicos

Janeiro 2021 – Já está em andamento o roteiro do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos pela região do Alto Vale de Santa Catarina. A coleta das embalagens vazias de agrotóxicos tríplice lavadas iniciou no dia 19 de janeiro, com pontos de recebimento em Presidente Getúlio, Dona Emma, Witmarsun, Vitor Meireles, Itaiópolis, José Boiteux, Nova Trento, Leoberto Leal, Major Gercino, Angelina, São João Batista, Tijucas, Apiúna, Ibirama, Aurora, Laurentino, Rio do Oeste e Presidente Nereu. Na próxima semana, as atividades iniciam no dia 2 de fevereiro, em Lontras e Rio do Sul. E, no dia 3, haverá recebimento de embalagens em Urubici, Rio Rufino, Bocaina do Sul e Alfredo Wagner. No dia 4, a coleta atenderá os produtores de tabaco de Imbuia, Vidal Ramos, e no dia 5, de Botuverá, Bom Retiro e Agronômica. De 8 a 11, a ação do programa será em Agronômica, Trombudo Central, Santa Terezinha, Rio do Campo e Salete. O recebimento de embalagens será retomado nos dias 18 e 19 de fevereiro, com coleta em Taió, Pouso Redondo e Agrolândia. E, finalizando o roteiro do Alto Vale, as equipes do programa estarão, de 22 a 25, em Atlanta, Petrolândia, Ituporanga e Chapadão do Lageado. Depois, os caminhões de recebimento percorrerão 14 municípios do Centro Norte catarinense no período de 1º a 23 de março. Confira os pontos de coleta e horários em cada município No momento da entrega, os produtores recebem comprovantes para apresentação aos órgãos ambientais, atendendo aos preceitos estabelecidos decreto 4.074/2002. "Esse é um dos 10 roteiros realizados anualmente, que totalizam a visitação a 1,8 mil pontos em localidades rurais. Os produtores devem levar as embalagens tríplice-lavadas até os pontos de coleta nos horários indicados nos convites entregues pelos técnicos de campo das empresas do tabaco. Além do cumprimento da legislação, o programa é um investimento das empresas associadas ao SindiTabaco em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa", afirma o coordenador Carlos Sehn. SAIBA MAIS – Pioneiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos foi criado no ano 2000, antecedendo a regulamentação da legislação sobre o tema. Desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. Em 20 anos de atuação já foram mais de 17 milhões de embalagens corretamente destinadas. Atualmente, 117 mil produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre 411 municípios e cerca de 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois Estados. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Conheça os resultados do programa Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br