8 | JUL . 2021

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Embalagens de agrotóxicos serão recolhidas no Oeste catarinense

Julho 2021 – Seguindo todos os protocolos e recomendações sanitárias, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos inicia no dia 12 de julho a coleta no Oeste catarinense, quando produtores de tabaco terão a oportunidade de devolverem as embalagens tríplice lavadas com comodidade e segurança, em pontos de coleta localizados próximos às suas propriedades. Serão percorridos, ao todo, 98 municípios. Os pontos de coleta e respectivas datas e horários estão disponíveis em www.sinditabaco.com.br. O coordenador do programa, Carlos Sehn, reforça algumas orientações aos participantes do programa. “É necessário que as embalagens estejam tríplice lavadas e os produtores devem respeitar as normas sanitárias em razão da pandemia, como uso de máscara e o distanciamento na hora da entrega dos recipientes”, observa Sehn. O coordenador também destaca que os recipientes devem estar perfurados, secos e com as tampas removidas para devolução juntamente com as embalagens. Produtores participantes recebem comprovantes para apresentação aos órgãos ambientais, atendendo aos preceitos estabelecidos no decreto 4.074/2002. Confira os pontos de coleta e horários em cada município SAIBA MAIS – Pioneiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos foi criado no ano 2000, antecedendo a regulamentação da legislação sobre o tema. Desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. Em 20 anos de atuação já foram mais de 17 milhões de embalagens corretamente destinadas. Atualmente, 117 mil produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois Estados. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | JUN . 2021

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SindiTabaco celebra 74 anos

Junho 2021 – Atuante na busca de soluções comuns para questões relacionadas à sustentabilidade, aos assuntos regulatórios e à visibilidade do setor de tabaco, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco completa na próxima quinta-feira, 24 de junho, 74 anos de atividades. Na bagagem, um rol de programas sociais, ambientais e de diversificação, como é o caso da inovadora iniciativa doInstituto Crescer Legal e do pioneiro Programa de Recebimento de Embalagens de Agrotóxicos. “Nos últimos anos temos visto cada vez mais a necessidade de sindicatos e associações demonstrarem uma atuação que faça diferença para seus representados. O SindiTabaco tem desenvolvido muitas ações que visam a manutenção e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, trabalho este reconhecido pelas empresas associadas à nossa entidade. Nos últimos anos, com as mudanças regulatórias dentro do contexto da Convenção-Quadro, as ações conjuntas têm se mostrado grandes aliadas no enfrentamento às ações antitabagistas”, avalia o presidente da entidade, Iro Schünke. Para a Região Sul do Brasil, o tabaco é uma das atividades agroindustriais mais significativas. Está presente em 544 municípios, envolve cerca de 146 mil pequenos produtores e dá origem a 40 mil empregos diretos nas indústrias. O Brasil é o segundo maior produtor e líder mundial em exportações desde 1993, graças à qualidade e integridade do produto que é o 8º na pauta do agronegócio brasileiro. Saiba mais em: www.sinditabaco.com.br Atualmente, são associadas ao SindiTabaco as empresas: Alliance One Brasil Exportadora de Tabacos Ltda, ATC - Associated Tobacco Company Brasil Exportação e Importação de Tabaco Ltda, Brasfumo Indústria Brasileira de Fumos S/A, China Brasil Tabacos Exportadora S.A, CTA – Continental Tobaccos Alliance S.A, JRM Tabacos do Brasil Eireli, JTI Processadora de Tabaco do Brasil Ltda, OTC Comércio e Fabricação de Fumos Ltda, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio Ltda, Premium Tabacos do Brasil S/A, ProfiGen do Brasil Ltda, Souza Cruz Ltda, Tabacos Marasca Ltda, Universal Leaf Tabacos Ltda e UTC Brasil Indústria e Comércio de Tabaco Ltda. HISTÓRIA – Criado em 24 de junho de 1947, com o nome de Sindicato da Indústria do Fumo, o SindiTabaco teve distintas denominações. Inicialmente, a base territorial abrangia apenas os municípios de Santa Cruz do Sul, Candelária, Venâncio Aires, Lajeado, Cachoeira do Sul e Arroio do Meio. Em 29 de dezembro de 1978, por despacho do Ministro de Estado do Trabalho, o nome foi definido como Sindicato da Indústria do Fumo de Santa Cruz do Sul. E em 22 de junho de 1980, a base territorial foi ampliada para todo o estado do Rio Grande do Sul e, posteriormente, a atuação se estendeu para Santa Catarina e Paraná. A partir de 2009, a entidade passou a ser chamada Sindicato da Indústria do Tabaco da Região Sul do Brasil (SindiTabaco). E em 19 de julho de 2010 estendeu sua base territorial para o Brasil, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, passando à denominação de Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco. Desde 1980, a estrutura administrativa do Sindicato está instalada em sede própria, no centro de Santa Cruz do Sul. Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

11 | JUN . 2021

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Centro Norte catarinense tem coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos

Junho 2021 – Depois de uma pausa devido ao agravamento da pandemia de COVID-19, a coleta itinerante do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos retoma as atividades na região Centro Norte catarinense. Seguindo todos os protocolos e recomendações sanitárias, a partir do dia 14 de junho, produtores de tabaco de 14 municípios poderão realizar a devolução das embalagens tríplice lavadas com comodidade e segurança, em pontos de coleta localizados próximos às suas propriedades. A coleta inicia em Porto União e Irineópolis, seguindo para Bela Vista do Toldo. Ainda em junho, percorre Canoinhas, Major Vieira, Papanduva, Monte Castelo, Timbó Grande e Mafra. No mês de julho, os caminhões do programa estarão em Três Barras, Campo Alegre, São Bento do Sul, Rio Negrinho e Itaiópolis. Confira os pontos de coleta e horários em cada município No momento da entrega, os produtores recebem comprovantes para apresentação aos órgãos ambientais, atendendo aos preceitos estabelecidos decreto 4.074/2002. "Além do cumprimento da legislação, o programa é um investimento das empresas associadas ao SindiTabaco em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa", afirma o coordenador Carlos Sehn. SAIBA MAIS – Pioneiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos foi criado no ano 2000, antecedendo a regulamentação da legislação sobre o tema. Desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. Em 20 anos de atuação já foram mais de 17 milhões de embalagens corretamente destinadas. Atualmente, 117 mil produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois Estados. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

9 | JUN . 2021

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Iniciativas para o combate ao trabalho infantil dão bons frutos no meio rural

Junho 2021 – O 12 de junho é, desde 2002, a data escolhida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para relembrar a importância do combate ao trabalho infantil em todo o mundo. Mas no setor do tabaco, o tema já tomava contornos práticos em 1998, com as primeiras ações do Programa O Futuro é Agora!, lançado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). Considerado um case de sucesso na agricultura familiar, o setor de tabaco é pioneiro no combate ao trabalho infantil no meio rural, sendo o único a exigir o comprovante de matrícula dos filhos dos agricultores em idade escolar e o atestado de frequência para a renovação do contrato comercial existente entre empresas e produtores, dentro do Sistema Integrado de Produção de Tabaco. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, as primeiras ações visavam a conscientização sobre a importância da frequência escolar. “Naquela época, as empresas se organizaram em contato com os municípios para de forma ativa resolver questões pontuais de evasão escolar, causadas principalmente pela falta de escolas e de transporte para os filhos dos produtores”, relata. Com o passar dos anos, as ações foram evoluindo e culminaram na fundação do Instituto Crescer Legal, que já beneficiou mais de 500 jovens do meio rural. O Instituto é pioneiro ao oferecer aprendizagem profissional sem sair do campo e da escola, formando adolescentes em um curso de gestão rural e empreendedorismo no contraturno escolar. “Para a grande maioria, além de ser uma oportunidade de qualificação oferecida sem a necessidade de sair de suas comunidades, é também o primeiro emprego formal, uma vez que o programa segue a Lei de Aprendizagem e os jovens participantes recebem salário proporcional a 20 horas semanais. Com isso, os adolescentes ocupam seu dia no curso e na escola, longe de tarefas impróprias para a idade”, destaca Schünke que também é diretor presidente do Instituto Crescer Legal. LINHA DO TEMPO [COMBATE AO TRABALHO INFANTIL NO SETOR DO TABACO] 1998: lançamento do programa O Futuro é Agora! com assinatura de pacto pela erradicação do trabalho infantil. O programa teve sua atuação segmentada nos projetos Protetor da Criança e da Terra, Indústrias Parceiras da Escola e Criança Feliz é Criança que Estuda. 2008: assinado o Termo de Compromisso com o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul. E em março de 2011, acordo semelhante foi assinado com o Ministério Público do Trabalho de Brasília, com aplicação em Santa Catarina e no Paraná. Faz parte do acordo uma extensa campanha de conscientização, com peças publicitárias e seminários voltados a produtores de tabaco. 2010: censo do IBGE demonstra que foi nas pequenas propriedades com produção de tabaco o maior índice de redução do trabalho infantil no País, em comparação com dados do censo anterior, realizado no ano 2000. 2011: o então O Futuro é Agora! passou a ser chamado Programa Crescer Legal. A atuação recebeu incrementos nas atividades de incentivo à educação dos filhos dos produtores, em especial aos adolescentes, pois a nova legislação passou a proibir o trabalho na agricultura até os 18 anos, inclusive na produção de tabaco. 2012: treinamento, com a participação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos mais de 1,2 mil orientadores de campo das empresas de tabaco para que estimulassem a educação dos filhos dos produtores, mantendo-os longe do trabalho irregular. 2015: fundado o Instituto Crescer Legal, iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, com o apoio e adesão de pessoas envolvidas com a educação e com o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas com plantio de tabaco, na Região Sul do País. 2016: o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, do Instituto Crescer Legal, passou a oferecer a jovens rurais o curso de Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural. 2017: criado o programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, com capacitação em comunicação para meninas egressas do Programa de Aprendizagem. Pelo programa, as jovens do campo produzem boletins de rádio que, veiculados por parceiros, levam temas como trabalho infantil e gênero às comunidades rurais. 2020: o Instituto Crescer Legal recebe homenagem por sua atuação no combate ao trabalho infantil em premiação nacional – Prêmio Innovare. 2021: consolidação do programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, voltado para professores de escolas parceiras do Instituto Crescer Legal. Conheça o Instituto Crescer Legal Assista à campanha de conscientização do SindiTabaco Fotos em alta: https://lion.box.com/s/ynoiq4t5yzgkui7ak3bjrduoqkkbnder Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

24 | MAIO . 2021

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Autossuficiência e segurança energética como aliada na preservação florestal

27 de maio, Dia Nacional da Mata Atlântica – Nos últimos 40 anos, o setor de tabaco estabeleceu como meta erradicar o consumo de lenha nativa. Concentrada no Sul do Brasil, boa parte das áreas produtoras de tabaco ficam junto ao bioma Mata Atlântica. Com as ações de preservação e recuperação, os resultados são visíveis. O incentivo aos plantios florestais, alcançou importantes resultados, como o alto índice de cobertura florestal nas pequenas propriedades produtoras de tabaco que chega a 24%, segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), sendo 15% de mata nativa e 9% de plantios florestais.  “Há algumas décadas, o setor já é autossuficiente em lenha para a cura do tabaco e, com isso, a mata nativa é preservada. O incentivo das indústrias, que iniciou em meados dos anos 70, e a disposição dos produtores em plantar eucaliptos foi fundamental para termos hoje índices invejáveis de cobertura florestal”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, lembra ainda o compromisso firmado nos contratos das indústrias integradoras com os produtores de que a produção e a comercialização de tabaco estejam em conformidade com as normas ambientais vigentes. Desde 2019, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) mantém parceria com Universidade Federal de Santa Maria para consolidar e ampliar o conhecimento técnico-científico no sentido de fortalecer a atividade florestal, garantir a autossuficiência e a segurança energética e financeira da pequena propriedade rural. A pesquisa é coordenada pelo Prof. Dr. Jorge Antonio de Farias. “A produção de tabaco é uma cultura centenária e quando se estabeleceu na nossa região era fortemente dependente das florestas naturais como fonte de fornecimento de lenha, especialmente porque não havia oferta de florestas plantadas. As espécies que hoje são bastante comuns como eucalipto e acácia negra, naquela época eram raras e pouco conhecidas e, por outro lado, havia uma abundância de florestas nativas. A partir da década de 70, quando o setor estabelece metas para erradicar o consumo de lenha nativa, os produtores passaram a utilizar lenha oriunda de plantios florestais”, contextualiza Farias. “Nesse sentido, o projeto tem como objetivo fortalecer as conquistas obtidas até aqui, ou seja, a manutenção da área florestal existente, e, ao mesmo tempo, trazer novos elementos e tecnologias que possam aumentar a produtividade em áreas já existentes e possibilitar a expansão de novas áreas. Para isso, estamos criando unidades de referência em dezenas de propriedades de tabaco, testando novas tecnologias e técnicas, como o espaçamento (a distância entre as árvores), novos materiais genéticos e espécies florestais que possibilitem maior produtividade e desempenho energético”, afirma o Prof. Jorge Farias, que espera em breve poder apresentar resultados que serão também compartilhados em canais próprios voltados aos produtores de tabaco, incentivando a prática conservacionista sem prejudicar a renda e a segurança energética nas propriedades. SAIBA MAIS – O dia 27 de maio foi a data escolhida para difundir a necessidade de preservar um dos biomas mais antigos do Brasil, originado há aproximadamente 70 milhões de anos. É uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade e atualmente é um dos biomas mais ameaçados do planeta. A Mata Atlântica garante o abastecimento de água para mais de 100 milhões de pessoas e é fonte de alimentos e plantas medicinais. Parte significativa de seus remanescentes está localizada em encostas de grande declividade e a proteção é a maior garantia para a estabilidade geológica dessas áreas, evitando catástrofes. Além de ser lar de diversas espécies em extinção, é responsável também por regular o fluxo dos mananciais hídricos, assegurar a fertilidade do solo e controlar o equilíbrio climático. Assista ao vídeo sobre o Projeto de Extensão Florestal  Fotos: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

19 | MAIO . 2021

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Programa Milho, Feijão e Pastagens após a Colheita do Tabaco gera bons rendimentos

Maio 2021 – Os produtores que aderiram à safrinha, dentro do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco, foram beneficiados pela alta valorização dos grãos este ano. É o que demonstra o levantamento feito pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), entidade que promove o programa de diversificação na região Sul do Brasil. A área plantada com milho, feijão e soja cresceu 22% na região Sul, comparativamente com o ano passado, atingindo 144.222 hectares. Em contrapartida, a área com pastagens reduziu 27%, atingindo 25.572 hectares. Devido ao clima, as produtividades decresceram em média 34%, o que fez com que o total da produção de grãos chegasse a 580.442 toneladas. O rendimento extra estimado é de R$ 933 milhões, uma variação de 47% em relação ao resultado de 2020, quando os produtores alcançaram R$ 634,2 milhões com o cultivo de grãos e pastagem. Entre os estados, a renda extra alcançou R$ 368 milhões para os produtores gaúchos em 2021 (R$ 297,4 milhões em 2020). Em Santa Catarina, o rendimento subiu de R$ 205,2 milhões em 2020, para R$ 374 milhões em 2021. E no Paraná, o aumento foi de R$ 131,5 milhões para R$ 191 milhões. Na avaliação do presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os números do programa mostram a importância do cultivo de uma segunda safra. “Diversificar é sempre uma boa opção para o produtor, pois lhe permite ter seus ganhos distribuídos em mais atividades. Em 2021, observamos uma preferência dos produtores pelo cultivo de grãos em detrimento ao de pastagens, o que resultou em um ganho superior dado o bom momento do agronegócio com essas commodities”, comenta o executivo. SAIBA MAIS – A ação é conduzida pelo SindiTabaco com apoio de entidades representativas dos produtores e dos governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uma das vantagens é a redução dos custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas. Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

28 | ABR . 2021

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Exportações de tabaco devem apresentar acréscimo em 2021

Abril 2021 – As exportações de tabaco estiveram na pauta da 63ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco nesta quarta-feira, 28 de abril, quando cerca de 30 representantes do setor do tabaco e de outras entidades, se reuniram virtualmente. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, apresentou as perspectivas das exportações de tabaco para 2021. Pesquisa realizada pela Deloitte, a pedido do sindicato, aponta que os embarques devem apresentar acréscimo de 2,1% a 6% no volume e de 6,1% a 10% em dólares em relação a 2020, quando foram exportadas 514 mil toneladas, totalizando US$ 1,638 bilhão em divisas. De janeiro a março, segundo dados do Ministério da Economia, o embarque de 134 mil toneladas gerou divisas de US$ 418 milhões, receita que representa um aumento de 19% em comparação com o mesmo período de 2020. “O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas, o que demonstra uma estabilidade no mercado mundial mesmo diante do cenário de pandemia e todos os seus desdobramentos sociais e econômicos. Temos a expectativa de que o Brasil se mantenha como líder mundial de exportações de tabaco, posição ocupada desde 1993”, disse Schünke que também falou sobre a adaptação das atividades da indústria do tabaco e do Instituto Crescer Legal durante a pandemia da Covid-19. A 9ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e a Segunda Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco (MOP2) também estiveram na pauta do encontro. Status sobre a produção do tabaco, sobre as reformas administrativa e tributária, bem como a aprovação de novos produtos de tabaco foram outros temas debatidos. As próximas reuniões da Câmara Setorial estão previstas para ocorrer nos dias 12 de agosto e 26 de outubro. SAIBA MAIS – Em 2020, o tabaco representou 0,8% do total de exportações brasileiras e 4,1% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, estado que concentra quase a metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,5% do total das exportações. Nas exportações do agronegócio brasileiro, o tabaco ocupa a oitava posição. O principal mercado brasileiro em 2020 foi a União Europeia, destino de 41% do tabaco exportado, seguida pelo Extremo Oriente (24%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (9%), América Latina (9%) e Leste Europeu (6%). Entre os países, a Bélgica (US$ 414 milhões) continua sendo o principal importador do produto, seguido da China (US$ 153 milhões) e Estados Unidos (US$ 125 milhões). Na sequência da lista dos principais clientes estão a Indonésia (US$ 98 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 74 milhões), Turquia (US$ 55 milhões) e Rússia (US$ 54 milhões). Foto: Divulgação Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

26 | ABR . 2021

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Pandemia evidencia organização do setor industrial com a saúde e segurança dos trabalhadores

Abril 2021 – A cada 28 de abril, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) discute a importância de incentivar as boas práticas de Saúde e Segurança do Trabalho. E o tema nunca esteve tão em evidência como no último ano. A inesperada necessidade de distanciamento social, que chegou em março de 2020 no Brasil com os primeiros casos da Covid-19 e ainda perdura, tornou necessárias ações rápidas e organizadas em todos os setores da economia e nos mais diversos ambientes de convivência social. No setor do tabaco, as medidas adotadas pelas indústrias permitiram enfrentar o período atípico sem grandes impactos. “As indústrias do setor paralisaram as atividades apenas por um período em março do ano passado e conseguiram agir de forma rápida para atender com segurança a todas as exigências e poder enfrentar a fase atípica com proteção das pessoas e garantia das operações. Desde abril de 2020, o setor mantém suas atividades adotando todas as recomendações das autoridades de saúde para prevenção do coronavírus”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke. As medidas adotadas envolveram diferentes as etapas do fluxo e processo do trabalho, com adequações estruturais, adoção de políticas de higienização e autocuidado, ajustes no funcionamento das áreas de alimentação e transporte, além do próprio modelo de trabalho que passou a contar com um gerenciamento de visitas mais rígido. Introduziram-se inovações nos contatos com produtores e clientes, onde a comunicação virtual ganhou força e novas alternativas técnicas e operacionais foram encontradas. Adequações estruturais: cada empresa do setor reconfigurou suas instalações buscando eliminar pontos de aglomeração. Também foram implementadas a checagem de temperatura, a medição de temperatura por imagem térmica, a disponibilização de álcool gel e a adaptação de bebedouros. Política de higienização e autocuidados: a orientação reforçando a importância e a necessidade de adoção dos cuidados e a fiscalização tornaram-se constantes. As áreas de uso coletivo passaram ter sua higienização e desinfecção intensificadas e usados produtos recomendados para essa finalidade. O uso de máscaras tornou-se obrigatório, houve a proibição do consumo de chimarrão e o transporte de empregados vem sendo realizado conforme as regras de distanciamento recomendadas pelos órgãos oficiais. Áreas de alimentação: receberam adequações como a flexibilização e escalonamento dos horários de intervalos, demarcação de pisos visando o distanciamento, mesas e cadeiras foram ajustadas e sinalizadas com o espaçamento seguro e o número de usuários simultâneos limitado. Nos refeitórios, é obrigatório o uso de máscara enquanto não consumir a refeição, deve ser evitada a comunicação e é proibido uso celular. Modelo de trabalho: além do incentivo ao home-office e a dispensa dos trabalhadores dos grupos de risco nas empresas, as participações em eventos e as viagens foram restringidas e os deslocamentos nos veículos das empresas passaram a seguir novos protocolos. Os contatos por meio digital passaram a ser priorizados com os diferentes stakeholders da cadeia produtiva. Visitas aos produtores, quando necessárias, fossem agendadas e dentro dos parâmetros de distanciamento seguro. Foto: Junio Nunes Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br

22 | ABR . 2021

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Amprotabaco apresenta nova diretoria

Abril 2021 – Prefeitos membros da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) se reuniram virtualmente nesta quinta-feira, 22 de abril, para assembleia de eleição e posse da diretoria e do conselho fiscal da entidade para o período 2021/22, bem como apreciação e aprovação das contas do último exercício. Guido Hoff, nomeado secretário executivo da entidade, iniciou os trabalhos com uma homenagem póstuma ao ex-prefeito de Santa Cruz do Sul, Telmo Kirst, idealizador da entidade, fundada em 8 de novembro de 2013. Hoff, anunciou a nova diretoria para os anos 2021/22, aprovada por unanimidade pelos membros participantes. O prefeito de Canguçu (RS), Marcus Vinicius Pegoraro, assumiu a liderança da entidade e defende um maior protagonismo da entidade e a ampliação da sua representatividade. “Os prefeitos já sabem da importância econômica e social do setor. Buscamos agora assumir um protagonismo maior na apresentação desta cadeia produtiva e uma interlocução para interesse de todo o setor, sem priorizar nenhum dos elos de forma específica. O combate ao contrabando e as novas tecnologias e produtos de tabaco são temas que devem ser aprofundados pela entidade”, comentou Pegoraro em seu primeiro pronunciamento como presidente da Amprotabaco. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, saudou os prefeitos e reforçou a importância da Associação. “A Amprotabaco presta um grande serviço para a cadeia produtiva do tabaco e cada prefeito sabe da importância que setor do tabaco tem para seus municípios e de como faz diferença unir vozes ao levar demandas para Brasília. Cumprimentamos a nova diretoria com o desejo de muito sucesso nos trabalhos e reforçamos que o SindiTabaco está à disposição para apoiar essa importante entidade representativa”, disse Iro Schünke. Benício Werner, presidente da Afubra, também se manifestou, ressaltando a importância da Amprotabaco no enfrentamento do movimento antitabaco. “A Amprotabaco é uma importante aliada para a manutenção desta importante cadeia produtiva”, ressaltou Werner. GESTÃO 2021/2022  DIRETORIA  Presidente: prefeito Marcus Vinicius Müller Pegoraro (Canguçu/RS) Vice-presidentes: prefeita Helena Hermany (Santa Cruz do Sul/RS), prefeito Gervásio Maciel (Ituporanga/SC) e prefeito Abimael do Valle (São João do Triunfo/PR) Secretário: prefeito Rudinei Harter (São Lourenço do Sul/RS) Vice-secretário: prefeito Leandro Jasinski (Rio Azul/PR) Tesoureiro: prefeito Carlos Gustavo Schuck (Vale Verde/RS) Vice-tesoureiro: prefeito Jarbas da Rosa (Venâncio Aires/RS) CONSELHO FISCAL  Prefeito Marciano Ravanello (Arroio do Tigre/RS), prefeito Edivilson Brum (Rio Pardo/RS), prefeito Ivo de Lima Ferreira (Camaquã/RS), prefeito Maiquel Evandro Laureano Silva (Vale do Sol/RS), prefeito Luiz Henrique Saliba (Papanduva/SC) e prefeito Gilberto dos Passos (Canoinhas/SC). Secretário executivo: Guido Hoff Saiba mais sobre a cadeia produtiva do tabaco Contato com a imprensa: MSLGROUP Andreoli Arthur Ianhez - arthur.ianhez@mslgroup.com - (11) 3169-9300 / (11) 97375-2413 Eliana Stülp Kroth - eliana.stulp@mslgroup.com - (51) 3713-1777 / (51) 9708-5539 Thais Thomaz - thais.thomaz@mslgroup.com - (11) 3169-9373 www.mslgroupandreoli.com.br